- O autor vencedor do Óscar para Melhor Argumento Original com Clube dos Poetas Mortos adaptou a história ao teatro e passou por Lisboa para a estreia no Teatro da Trindade.
- A produção transporta a obra para o palco, destacando a relação entre um professor provocador e os seus alunos numa escola privada norte-americana.
- A cena emblemática “Oh captain, my captain” é recordada como marco emocional da história.
- O filme original, dirigido por Peter Weir e escrito por Tom Schulman, ficou conhecido pela celebração da poesia, do pensamento livre e do carpe diem.
- A apresentação em Lisboa sugere uma leitura atual da narrativa, em meio a um tom descrito como uma nova era de conformismo.
O Clube dos Poetas Mortos chega ao palco numa nova era de conformismo, numa adaptação teatral que preserva a força da história original. A peça reforça a ideia de resistência criativa num retrato de escola privada conservadora norte-americana.
O autor, vencedor do Óscar de Melhor Argumento Original com o filme, regressa à narrativa para transformá-la em teatro e preparar a estreia em Lisboa. A produção apaixonou-se pela mensagem de libertação através da poesia.
Oh captain, my captain, é uma das falas que perduram na memória dos espectadores. A cena marca o fim de uma despedida entre alunos e o professor de Inglês, cuja abordagem instiga o pensamento livre e o carpe diem.
Estreia em Lisboa
A peça chega a Lisboa com a atuação no Teatro da Trindade, situado no centro da cidade. A transformação para palco pretende manter a intensidade emocional do filme, adaptando-a ao formato de encenação.
Dirigida por uma equipa ligada ao cinema, a produção celebra a contextualização da obra clássica para o público atual, mantendo a linha da resistência criativa que define o enredo original. A intenção é provocar reflexão sem abandonar a clareza factual.
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