- João Barradas, acordeonista, instrumentista, compositor, 34 anos, lançou o álbum “The space within”, criado a partir de um encontro com a Orquestra Hamburger Symphoniker.
- O trabalho surge de uma proposta ambiciosa do músico português e questiona o que aconteceria se Mozart tivesse escrito um concerto para acordeão e orquestra.
- O projeto sucede o reconhecimento de Barradas com o álbum “Aperture”, vencedor do Melhor Álbum de Jazz nos Play – Prémios da Música Portuguesa.
- O músico recorda a primeira aula de música, em Samora Correia, na escola “Sons e Tons”, onde percebeu pela primeira vez que os sons têm nome.
- Para ele, momentos de encontro com maestros e orquestras, como Sylvain Cambreling e a Hamburg Symphoniker, repetem a sensação de descoberta e aprendizagem que guia a carreira.
João Barradas apresenta o disco The space within, resultado de uma colaboração entre o acordeonista português e a orquestra alemã Hamburger Symphoniker. O projeto surge de uma proposta ambiciosa do instrumentista e reflete uma leitura contemporânea do jazz para orquestra.
O álbum aproxima Barradas de uma visão que convida a pensar Mozart num concerto para acordeão e orquestra. A ideia coloca o instrumento numa linha de diálogo com a orquestra, ampliando horizontes sonoros.
Barradas recorda a primeira experiência musical na escola de Samora Correia. A memória envolve a primeira aula, a professora, a mãe e o momento em que recebeu o acordeão no colo, vivido na escola de música Sons e Tons.
Ele associa essa recordação à continuidade no percurso artístico, buscando momentos de descoberta.
No presente, o músico mantém o contacto com diretores de orquestra e coros, incluindo o maestro Sylvain Cambreling e a Hamburg Symphoniker. O objetivo é repetir a sensação de descoberta e aprendizagem que marcou o início da sua formação.
Elementos relevantes: João Barradas, acordeonista, compositor e 34 anos, é vencedor de Melhor Álbum de Jazz nos Play – Prémios da Música Portuguesa com o disco Aperture. The space within resulta de uma parceria que reforça a ligação entre música de câmara e symphonic jazz.
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