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Agiotas raptam jovem para reaver dinheiro emprestado

Polícia Judiciária detém trio de raptores do Porto que raptaram jovem para reaver empréstimo com cinquenta por cento de juros; libertados sob medidas de coacção

Pelo menos um dos raptores dedicar-se-á a emprestar dinheiro a juros
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  • Na cidade do Porto, a Polícia Judiciária deteve, em flagrante, três homens por rapto e extorsão, suspeitos de atuar como agiotas.
  • A vítima, cerca de 20 anos, recorreu a um empréstimo de alguns milhares de euros com juros de 50% para despesas pessoais, com prazo de um mês.
  • No final do prazo, tentaram localizar a vítima em diversos locais, forçaram um encontro numa viatura e, com ameaças, usaram o telemóvel da vítima para contactar familiares, exigindo o dobro do montante emprestado.
  • A família, que desconhecia o empréstimo, chamou a polícia; a viatura foi localizada em circulação entre o Porto, Gaia e Matosinhos.
  • Os detidos tinham entre 22 e 23 anos, sem cadastro, eram estrangeiros e ficaram em liberdade com medidas de coacção: apresentações diárias na esquadra, proibição de contactos com a vítima e entrega de passaportes.

A Polícia Judiciária deteve em flagrante três homens, entre 22 e 23 anos, acusados de rapto e extorsão no Porto. Os suspeitos alegadamente mediam empréstimos a juros altos e sequestraram um jovem de cerca de 20 anos para recuperar o dinheiro emprestado.

A vítima recorreu ao que circula como agioto para obter alguns milhares de euros, há cerca de um mês, para despesas pessoais. O empréstimo tinha um prazo de um mês com juros de 50%.

No dia 1 de Maio, a investigação indica que, ao longo da manhã e tarde, os suspeitos tentaram localizar o jovem em vários locais, incluindo a habitação da mãe, até conseguirem um encontro no Porto. Separaram o rapaz da família e o conduziram num veículo, onde ocorreram ameaças e agressões.

Com o cartão do telemóvel da vítima, os sequestradores contactaram vários familiares e exigiram o dobro do montante inicial para libertar o rapaz. A família, ignorando o empréstimo, acionou a Polícia Judiciária, que localizou a viatura onde estavam os raptores.

Os detidos, sem cadastro, foram libertados pela autoridade judiciária competente, mas com medidas de coacção: apresentações diárias na esquadra da área de residência, proibição de contactos entre eles e com a vítima, e entrega dos passaportes, dada a condição de estrangeiros. O jovem também ficou sob medidas semelhantes.

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