- O Plano Específico de Gestão das Águas do Rio Leça (PEGA) entra hoje em consulta pública, com um orçamento de 81 milhões de euros para recuperar a bacia entre 2027 e 2034.
- O plano resulta do trabalho da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da associação intermunicipal Corredor do Leça, e abrange Matosinhos, Maia, Valongo e Santo Tirso.
- Entre os objetivos está a renaturalização de 19,2 quilómetros de troços do curso de água.
- Também está prevista a restauração de 16,5 quilómetros de linha de água.
- O documento apresenta ações e intervenções concretas para a gestão das águas da bacia e está disponível para consulta pública até 12 de junho.
O Plano Específico de Gestão das Águas (PEGA) do Rio Leça entrou hoje em consulta pública. O documento reserva 81 milhões de euros para intervenções entre 2027 e 2034, no âmbito da recuperação da bacia hidrográfica.
A iniciativa resulta do trabalho da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da associação intermunicipal Corredor do Leça. Abrange os municípios de Matosinhos, Maia, Valongo e Santo Tirso, no distrito do Porto.
Consulta pública
Entre os objetivos considerados “mobilizadores”, o plano prevê a renaturalização de 19,2 quilómetros de troços e a restauração de 16,5 quilómetros de linhas de água. A avaliação pública decorre até 12 de junho.
A divulgação dos conteúdos facilita o acesso aos documentos, que estão disponíveis para observação pública. As mensagens recebidas durante o período poderão influenciar os próximos passos da execução.
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