- O pavilhão da Rússia na Bienal de Veneza não abrirá ao público durante a mostra oficial, apenas na pré-inauguração destinada a imprensa e profissionais das artes, entre 6 e 8 de maio.
- Durante o período oficial da bienal, de 9 de maio a 22 de novembro, o pavilhão russo permanecerá encerrado.
- A decisão surge após o júri ter anunciado que os pavilhões da Rússia e de Israel ficariam fora da corrida aos prémios, por acusações de crimes contra a humanidade pelo Tribunal Penal Internacional.
- O pavilhão de Israel continua, de momento, com o seu lugar garantido na bienal.
O pavilhão da Rússia na Bienal de Arte de Veneza não abrirá ao público durante o período oficial do evento. A imprensa e profissionais das artes poderão aceder apenas na pré-inauguração, entre 6 e 8 de maio, em Veneza, Itália. Esta excepção ocorre após o júri ter decidido excluir os pavilhões da Rússia e de Israel da corrida aos prémios por acusações de crimes contra a humanidade, segundo o Tribunal Penal Internacional.
Durante a mostra principal, de 9 de maio a 22 de novembro, o pavilhão russo ficará encerrado ao público. O Pavilhão de Israel mantém, por ora, a sua participação na bienal, embora a situação tenha gerado controvérsia entre várias entidades culturais.
Contornos e controvérsias
A imprensa italiana aponta que a organização pode ter contornado sanções europeias ao limitar o acesso público da Rússia apenas à pré-inauguração. A notícia também destaca que a decisão de excluir os pavilhões dos prémios foi anunciada antes do arranque oficial da edição.
Segundo relatos, o acesso restrito à imprensa na fase de pré-inauguração visa facilitar a cobertura mediática sem abrir o pavilhão ao público em geral durante o período de exposição. A bienal mantém o programa de eventos para demais participantes e convidados oficiais.
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