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Leis laborais em impasse; Montenegro afirma que o país não vai acabar sem reforma

Impasso laboral em foco: Montenegro diz que país não vai acabar sem reforma; Chega e esquerda pressionam, PTRR na mira, moratórias às empresas prorrogadas por mais um ano

Primeiro-ministro quis marcar debate com o PTRR, mas foi a reforma laboral que mais sobressaiu no debate quinzenal desta quarta-feira
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  • O primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou que o país “não vai acabar” se não houver reforma laboral, em meio a um impasse no Parlamento.
  • O Chega e a oposição de esquerda fizeram avisos ao executivo durante o debate quinzenal, sem apresentarem novidades relevantes.
  • Montenegro advertiu que não desiste, mas deixou entender que não é seguro afirmar que o país vai sobreviver sem mudanças na lei do trabalho.
  • O debate também envolveu o Plano de Recuperação e Resiliência (PTRR) e críticas associadas ao financiamento de projetos, incluindo o comboio de tempestades de janeiro.
  • O governo anunciou a extensão das moratórias para as empresas por mais um ano, como parte das medidas relacionadas com o PTRR.

O primeiro-ministro Luís Montenegro assumiu, no Parlamento, que o país não vai morrer se não houver uma reforma laboral. A afirmação surge numa altura de impasse sobre a legislação do trabalho e diante de avisos recebidos de aliados e oposição.

A oposição, incluindo o Chega e a esquerda, pressionou o Governo para apresentar uma solução. O debate centrou-se na capacidade do executivo de avançar com as mudanças, sem, contudo, abandonar o objetivo de alterar a lei laboral.

Para além da reforma laboral, Montenegro referiu-se ao tema do PTRR e ao que isso representa para o governo. Paralelamente, foi anunciada a extensão de moratórias para as empresas por mais um ano, numa medida destinada a mitigar impactos económicos durante o processo político.

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