- Oito mortos no sul do Líbano nos ataques israelitas, incluindo três equipas de salvamento, segundo o Ministério da Saúde do Líbano.
- Em Majdal Zoun morreram cinco pessoas; em Jebchit houve dois mortos e 13 feridos; em Jwaya registou-se um morto e 15 feridos, incluindo cinco crianças e cinco mulheres; dois soldados libaneses ficaram feridos.
- O Exército libanês disse ter sido atacado pela primeira vez desde o cessar-fogo; Israel afirmou que um trabalhador de uma empresa de engenharia ligada ao Ministério da Defesa morreu no sul.
- Israel ordenou a evacuação de residentes de várias aldeias para norte; ataques aéreos atingiram áreas próximas à linha amarela na fronteira.
- A guerra já provocou 2.534 mortos, 7.863 feridos e mais de um milhão de deslocados; foram reportadas destruições de túneis do Hezbollah em Qantara, segundo o Exército de Israel.
O exército de Israel realizou ataques no sul do Líbano, causando oito mortos, entre os quais três equipas de salvamento, segundo o Ministério da Saúde do Líbano. O ataque ocorre num contexto de combate entre Israel e o Hezbollah, iniciado em março, com cessar-fogo instável.
O Ministério da Saúde libanês informou que, em Majdal Zoun, cinco pessoas morreram. Três paramédicos da defesa civil ficaram soterrados sob os escombros durante uma operação de resgate.
Outra vaga de ataques deixou duas mortes e 13 feridos em Jebchit, no sul do Líbano. Em Jwaya, registou-se uma morte e 15 feridos, incluindo cinco crianças e cinco mulheres. Um soldado libanês ficou ferido em patrulha.
O Exército libanês indicou que dois soldados ficaram feridos na sequência do ataque a uma patrulha, sendo este o primeiro caso de ataque às suas tropas desde o início da trégua.
A defesa israelita informou que um trabalhador de uma empresa de engenharia, contratada pelo Ministério da Defesa, foi morto no sul do Líbano numa operação na terça-feira.
Evacuação e resposta internacional
Israel emitiu uma ordem de evacuação para residentes de várias aldeias do sul do Líbano, dirigindo-os para norte. A comunicação destacava a necessidade de deslocação imediata para o distrito de Sidon.
Fontes estatais apontaram ataques aéreos no sul, próximos da chamada “linha amarela”. O governo israelita repetiu, contudo, que não busca ganhos territoriais no Líbano e que o Hezbollah deve ser desmantelado.
O presidente libanês denunciou que Israel viola leis internacionais ao atacar civis, rejeitando a persistência de tensões. A Amnistia Internacional pediu a suspensão de destruição de propriedades civis e solicitou investigações de crimes de guerra.
O portal de notícias citou também operações de destruição de túneis do Hezbollah em Qantara, incluindo um possível impacto em infraestruturas civis. Autoridades israelitas afirmaram ter destruído túneis usados pela organização.
Entre na conversa da comunidade