- Morreu Silvano Raia, aos 95 anos, pioneiro no transplante de fígado na América Latina.
- Foi o primeiro no mundo a realizar um transplante de fígado inter-vivos.
- No fim de Março deste ano, liderou a iniciativa que criou o primeiro porco clonado da América Latina para xenotransplante.
- Era médico e professor emérito da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Foi um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Hepatologia.
Silvano Raia morreu aos 95 anos, deixando o marco de um percurso ligado ao avanço da medicina no Brasil. O corpo docente e a comunidade científica lembram o médico como um pioneiro da hepatologia no país.
Raia foi o primeiro no mundo a realizar um transplante de fígado entre indivíduos vivos, abrindo caminho para a prática de transplante de fígado inter-vivos. Ao longo da carreira, assegurou influência na formação de gerações de médicos e na pesquisa clínica.
No final de março deste ano, liderou uma iniciativa que culminou com a criação do primeiro porco clonada na América Latina para xenotransplantação. O feito atraiu atenção de especialistas e impulsionou debates sobre ética, regulação e futuro da medicina translacional.
Conquistas e Legado
Raia foi professor emérito da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, contribuindo para o ensino, a prática clínica e a pesquisa. Foi um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Hepatologia, instituição que estruturou a hepatologia no Brasil e fomentou colaborações nacionais e internacionais.
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