- A mãe Lígia, que tem a guarda do filho, afirma que o menino sofre maus-tratos na casa de acolhimento onde se encontra.
- Segundo ela, houve agressões físicas e psicológicas por parte de outros menores e de funcionários, e não foram tomadas medidas de proteção.
- O centro de acolhimento nega as acusações, dizendo que o menino está bem cuidado e que as medidas de proteção estão a ser seguidas.
- Lígia quer provar ao tribunal que é capaz de cuidar do filho e que as acusações do centro são falsas, apresentando testemunhas e provas.
- O caso está no tribunal, com uma decisão esperada em breve; o menino permanece na casa de acolhimento enquanto se resolve o processo.
O centro de acolhimento é objeto de uma denúncia feita por Lígia, mãe que detém a guarda do filho. Alega que o menino sofre maus-tratos na instituição, envolvendo agressões físicas e psicológicas por parte de outros menores e de funcionários.
Segundo a mãe, as agressões teriam ocorrido na casa de acolhimento e só ficaram conhecidas depois de o filho apresentar comportamentos agressivos e sinais de trauma. Ela sustenta que não houve proteção adequada.
A instituição nega as acusações. A direção afirma que o menino está bem cuidado e que todas as medidas de proteção estão a ser seguidas, garantindo um ambiente seguro para as crianças.
Lígia pretende demonstrar em tribunal que é capaz de cuidar do filho e que ele deve regressar à sua guarda. A mãe apresentou testemunhas e provas que sustentam a sua versão dos factos. O caso está no tribunal.
O processo está a ser analisado, com decisão a aguardar-se. Enquanto isso, o menor permanece na casa de acolhimento, à espera da resolução judicial.
A versão da instituição
A instituição reafirma que não houve maus-tratos e que o ambiente é seguro. Afirma que as políticas de proteção das crianças estão a ser cumpridas e monitorizadas.
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