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Leitura da decisão da Operação Babel adiada por greve do Ministério Público

Acórdão da Operação Babel adiado pela greve do Ministério Público; Patrocínio Azevedo entre 16 arguidos, incluindo crimes de corrupção e licenciamento urbanístico

Patrocínio Azevedo, ex-vice presidente da Câmara de Gaia
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  • A leitura do acórdão da Operação Babel foi adiada devido à greve do Ministério Público.
  • A decisão estava marcada para esta sexta‑feira, ano em que ocorre também uma greve nacional dos magistrados do Ministério Público.
  • Patrocínio Azevedo, antigo vice‑presidente da Câmara de Gaia, é um dos dezasseis arguidos no processo.
  • O caso envolve alegada violação de normas e instrução de processos de licenciamento urbanísticos em Gaia.
  • Patrocínio Azevedo é acusado de corrupção passiva, prevaricação, participação económica em negócio, tráfico de influência, abuso de poderes, branqueamento e recebimento ou oferta indevidos de vantagem.

A leitura da decisão da Operação Babel foi adiada devido à greve do Ministério Público. A leitura do acórdão, prevista para esta sexta-feira, fica suspension devido ao movimento de procuradores.

Patrocínio Azevedo, ex-vice-presidente da Câmara de Gaia e um dos 16 arguidos, aguardava a decisão sobre acusações como corrupção passiva, prevaricação e outros crimes ligados a licenciamento urbanístico em Gaia.

O julgamento iniciou há mais de um ano. A greve nacional dos magistrados do MP decorre para exigir mudanças no estatuto, incluindo alterações na atribuição de áreas funcionais aos magistrados. Patrocínio Azevedo esteve em prisão preventiva durante cerca de 23 meses.

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