- O tribunal absolveu Luís Filipe Vieira, Rui Costa (representando a Benfica SAD e a Benfica Estádio) e demais envolvidos no processo conhecido como “saco azul”.
- O juiz-presidente disse que só poderia esclarecer tudo com uma perícia forense feita no início do inquérito, análise que nunca ocorreu, deixando dúvidas no presente.
- A decisão baseou-se na dúvida razoável persistente e na falta de provas suficientes para condenar, e o saco azul não chegou a ser formalmente analisado.
- Representantes do Benfica, incluindo Rui Costa, destacaram a demora da investigação e consideraram o veredito como uma vitória; Rui Costa descreveu o dia como feliz para o clube.
- Fora do tribunal, Luís Filipe Vieira sofreu uma queda ao deixar o edifício, atingiu-se e recebeu tratamento hospitalar.
Um tribunal absolveu todos os arguidos no processo conhecido como o saco azul do Benfica, abrindo caminho a uma conclusão que não reconhece culpa a Luís Filipe Vieira, Rui Costa, bem como à Benfica SAD e à Benfica Estádio. A decisão foi anunciada após dez anos de investigação e julgamento.
Segundo a leitura da sentença, ficou demonstrado que não houve prova suficiente que permitisse identificar quem fez o quê, mesmo após perícia forense solicitada no início do inquérito. O juiz-presidente apontou que não houve esse estudo e que, nesse contexto, a convicção não poderia ser alcançada.
As partes envolvidas destacaram a decisão como vitória. Rui Costa afirmou que é um dia feliz para o Benfica e para os adeptos, enquanto Vieira afirmou que a espera terminou, apesar de o caso se ter arrastado no espaço público durante anos. O processo ficou conhecido pela demora e por críticas à investigação.
Rui Patrício e Magalhães e Silva, que representava Vieira, partilharam leituras semelhantes sobre a complexidade do caso e a ausência de análise conclusiva sobre a empresa de informática associada ao inquérito. O dia ficou ainda marcado pela queda de Vieira à saída do tribunal, que lhe causou ferimentos e necessidade de assistência hospitalar.
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