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João Penalva vence Grande Prémio Fundação EDP Arte 2026

João Penalva vence o Grande Prémio Fundação EDP Arte 2026, recebe 50 mil euros e terá exposição retrospetiva com catálogo exaustivo

João Penalva fotografado em 2025 na sua exposição na galeria Francisco Fino, em Lisboa
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  • João Penalva venceu a edição de 2026 do Grande Prémio Fundação EDP Arte, recebendo um prémio monetário de 50 mil euros.
  • O reconhecimento celebra os 50 anos de carreira do artista, a assinalar em 2026.
  • Em Lisboa, Penalva tem duas exposições em curso: na Culturgest e no Pavilhão Branco das Galerias Municipais.
  • O prémio inclui ainda uma exposição retrospectiva do trabalho do artista e a publicação de um catálogo exaustivo.
  • O artista afirmou ao PÚBLICO que se encontra “em muito boa companhia” e que é uma coincidência feliz ter o trabalho exposto em Lisboa na altura em que recebe o prémio.

João Penalva foi anunciado vencedor da edição de 2026 do Grande Prémio Fundação EDP Arte, galardão que reconhece artistas com carreira consolidada cuja obra marcou a arte contemporânea portuguesa. O prémio chega em ano de celebração dos 50 anos de atividade do artista.

A distinção inclui um montante de 50 mil euros, além de uma exposição retrospectiva e da publicação de um catálogo exaustivo. Penalva encontra-se atualmente com duas exposições em Lisboa, na Culturgest e no Pavilhão Branco das Galerias Municipais.

Em declarações ao PÚBLICO, o artista disse sentir-se em muito boa companhia e reconheceu a coincidência de o prémio surgir numa altura em que o seu trabalho está exposto em Lisboa, reforçando a visibilidade da sua trajetória.

Reconhecimento e contexto do prémio

O Grande Prémio Fundação EDP Arte destina-se a consagrar artistas com carreira sólida e impacto relevante na arte contemporânea portuguesa. Penalva sucede a uma lista de vencedores que inclui Lourdes Castro, Mário Cesariny, Álvaro Lapa, Eduardo Batarda, Jorge Molder, Ana Jotta, Artur Barrio e Luísa Cunha.

O galardão permanece ligado a uma visão de apoio sólido ao percurso artístico, associando valor económico a uma retrospectiva que contextualiza a produção do premiado. O catálogo exaustivo pode servir como referência para estudos e museus.

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