- Caitlyn Jenner pediu ajuda a Donald Trump após a renovação do passaporte indicar género masculino, apesar de os seus documentos mostrarem feminino.
- O passaporte foi emitido com a marcação “M” mesmo com a certidão de nascimento a comprovar o género feminino.
- O caso acontece num contexto de uma ordem executiva assinada por Donald Trump em 2025 que limita o reconhecimento oficial a dois géneros definidores à nascença.
- Jenner afirma ter enviado uma carta ao presidente há cerca de dois meses e ainda não recebeu resposta, dizendo que Trump está ocupado.
- A ex-atleta aponta impactos na mobilidade internacional e controlo de fronteiras; outras figuras públicas, como Hunter Schafer, também relatam dificuldades semelhantes.
Caitlyn Jenner, ex-campeã olímpica e figura mediática ligada ao universo Kardashian-Jenner, enfrenta um problema administrativo nos EUA: o passaporte renovado saiu com a indicação M, masculino, apesar de documentos e dados atualizados mostrarem género feminino.
A ex-atleta revelou, no podcast Tomi Lahren is Fearless, ter enviado uma carta a Donald Trump há cerca de dois meses a pedir ajuda para resolver a situação. Afirmou ainda não ter recebido resposta, alegando que o presidente estará ocupado.
Contexto legal
Em 2025, Trump assinou uma ordem executiva que limita o reconhecimento oficial a dois géneros definidos à nascença, alterando o funcionamento dos serviços de identificação no país.
Jenner explicou que a discrepância no passaporte afeta a mobilidade internacional, dificultando viagens e procedimentos de controlo de fronteira, em contextos de verificação de identidade nos aeroportos.
Apesar do constrangimento, a antiga atleta mantém o apoio a Trump, afirmando admirar o que ele faz, embora reconheça o impacto pessoal da norma. A situação não é única, pois outras figuras públicas enfrentam dificuldades semelhantes.
Hunter Schafer também relatou problemas na renovação de documentos sob o mesmo quadro, indicando que as regras atuais criam entraves adicionais à identificação de género.
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