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Eduardo Vítor Rodrigues esclarece viagens pagas pela Câmara à Liga dos Campeões

Eduardo Vítor Rodrigues afirma que deslocações à Liga dos Campeões foram institucionais e transparentes, rejeitando favorecimentos

O julgamento de Eduardo Vítor Rodrigues arrancou esta segunda-feira no Tribunal de V. N. de Gaia
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  • Eduardo Vítor Rodrigues, ex-presidente da Câmara de Gaia, está a ser julgado por alegadamente ter usado dinheiro público para financiar viagens a jogos da Liga dos Campeões.
  • Defende que as despesas tiveram carácter institucional e foram transparentes, assegurando que nenhum familiar o acompanhou e que todos os convidados tinham relação institucional.
  • Afirma que as deslocações não são apenas viagens, contribuindo para a criação de redes e comunidades na cidade, embora reconheça que ter ido um padre tenha sido “demais”.
  • Garantiu total transparência, dizendo que tudo foi publicado no portal Base e que não houve dano ao erário público.
  • O Ministério Público aponta um prejuízo superior a 15.800 euros; além dele, estão processados o antigo vice-presidente Patrocínio Azevedo e uma ex-secretária da presidência; a defesa descreve a situação como divergência administrativa sem dolo.

O ex-autarca de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, iniciou esta segunda-feira o julgamento por alegadamente ter utilizado dinheiro público para financiar viagens a jogos da Liga dos Campeões. O processo envolve despesas de 2015 e 2016 e aponta para valores superiores a 15.800 euros. O tribunal ainda não foi identificado neste relato.

Rodrigues sustentou que todas as despesas tinham carácter institucional e que não houve benefício privado. Acrescentou que as pessoas convidadas possuíam ligações institucionais com o município ou com a fundação Porto-Gaia, afirmando que as viagens seguiam práticas já existentes.

O ex-presidente afirmou que as deslocações tinham um alcance além do imediato, dizendo que promovem redes e comunidades locais. Admitiu, no entanto, que houve excessos, reconhecendo a participação de um padre na delegação. Reiterou que tudo foi publicado no portal Base e que não houve intenção de causar dano ao erário.

A defesa descreveu o caso como uma divergência de interpretação administrativa, assegurando que não houve dolo e que os procedimentos foram auditados. O Ministério Público sustenta que as viagens foram autorizadas pela câmara para fins lúdicos, não institucionais, gerando um possível prejuízo ao município.

Envolvidos no processo

Além de Eduardo Vítor Rodrigues, o caso envolve o antigo vice-presidente Patrocínio Azevedo e uma ex-secretária da presidência, todos arguidos. O público já conhece que a investigação continua a analisar as regras de autorização e o grau de monitorização das despesas.

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