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Transportes públicos de Lisboa enfrentam prejuízos de milhões com vandalismo

Perdas estimadas em três milhões de euros entre 2023 e 2025 levam operadores a lançar campanha de combate ao vandalismo, com ações de sensibilização em escolas da Área Metropolitana de Lisboa

Operadores falam em prejuízos financeiros e "perceção acrescida de insegurança"
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  • Transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa anunciam campanha conjunta contra vandalismo, com operadores e Infraestruturas de Portugal.
  • A iniciativa visa combater pichagens, graffiti e outras formas de vandalismo que têm surgido em pontos visíveis e, por vezes, apagadas, voltando a aparecer.
  • Os prejuízos estimados causados pelos atos de vandalismo situam-se em cerca de 3 milhões de euros entre 2023 e 2025.
  • A campanha inclui ações de comunicação para sensibilizar o público, com atividades planeadas, depois, em escolas da AML.
  • A colaboração entre os diversos operadores surge como resposta a um “problema comum” enfrentado pelo setor.

Após o aumento de atos de vandalismo em transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa (AML), as prejuízos asociados atingem valores na ordem dos milhões. Grafite, tags e outras pichações têm surgido em vários equipamentos, mantendo-se visíveis mesmo após remoção.

Entre 2023 e 2025, o conjunto dos operadores de transportes e da Infraestrutra de Portugal estima perdas próximas de 3 milhões de euros. Os danos têm afetado materiais, manutenção e disponibilidade de serviços.

As empresas envolvidas, a operar na AML, anunciam uma resposta coordenada para combater o fenómeno. A campanha visa explicar as consequências do vandalismo e criar uma maior perceção de responsabilidade entre os utilizadores.

A iniciativa envolve uma campanha de comunicação conjunta e ações de sensibilização futuras, com foco na prevenção e no envolvimento da comunidade. O objetivo é reduzir a frequência dos atos e reforçar a vigilância.

Campanha de comunicação entre operadores e IP

O movimento junta os principais operadores e a Infraestrutra de Portugal numa estratégia comum. Em etapas seguintes, estão previstas ações de sensibilização em escolas da área metropolitana, para alcançar jovens e comunidades locais.

A expectativa é que a campanha contribua para uma diminuição dos atos de vandalismo e para uma melhoria na qualidade do serviço. As entidades esclarecem que os danos têm impacto direto na confiabilidade e no custo operacional.

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