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Paquistão acolhe milhares de peregrinos sikh para ritos de Baisakhi 2026

Peregrinos sikhs da Índia chegam ao Paquistão para Baisakhi de 2026, cerca de 2.300 pessoas, num evento que sustenta cooperação bilateral e intercâmbio religioso

Fiéis sikh chegam para prestar homenagem ao Templo Dourado, o santuário mais sagrado do sikhismo
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  • Paquistão recebe cerca de dois mil e trezentos peregrinos siques vindos da Índia para as celebrações do Baisakhi no Gurdwara Panja Sahib, Hasan Abdal, a quarenta e cinco quilómetros de Islamabad.
  • O encontro de Baisakhi é um dos maiores eventos sikh anuais no Paquistão, reunindo fiéis da Índia e de outros países, apesar das tensões entre os dois vizinhos.
  • O acesso aos locais religiosos partilhados mantém-se graças a um protocolo bilateral de 1974 que facilita a passagem de peregrinos.
  • Em 2026, cerca de duas mil e oitocentos peregrinos indianos atravessaram a fronteira de Attari-Wagah para participar.
  • As autoridades de ambos os lados coordenam segurança e logística, numa cooperação limitada mas constante, em que a Baisakhi representa também uma ponte entre fé e diálogo político.

Paquistão acolhe cerca de 2 300 peregrinos siques vindos da Índia para as celebrações do Baisakhi no Gurdwara Panja Sahib, em Hasan Abdal, a cerca de 45 quilómetros de Islamabad. O evento junta fiéis de vários países, apesar das tensions entre ambos os países.

O encontro de Baisakhi no Panja Sahib é um dos maiores eventos sikh anuais no Paquistão, reunindo peregrinos de Índia e de outros países. A peregrinação decorre num espaço comum de locais sagrados.

Um protocolo bilateral de 1974 permite o acesso a locais religiosos partilhados, mantendo a prática aberta apesar das trocas diplomáticas tidas por menos estáveis. O regime de passagem é objeto de gestão contínua pelas autoridades.

Cooperação entre as partes

Em 2026, cerca de 2 800 peregrinos indianos atravessaram a fronteira Attari-Wagah para participar, sinalizando um intercâmbio religioso relativamente estável.

As autoridades de ambos os lados coordenam a segurança e a logística, demonstrando cooperação que persiste de forma gradual e contínua, mesmo perante dificuldades políticas.

Baisakhi assinala a fundação da Khalsa em 1699, associando uma festa das colheitas a uma expressão de identidade sikh, o que transforma a peregrinação numa ponte entre comunidades onde o diálogo político nem sempre é viável.

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