- As Forças Armadas passaram de 34.514 militares em 2011 para 24.517 no final de 2024, com a Marinha a ser o único ramo a perder efetivo em 2025 (de 6.702 em 2024 para 6.644).
- No ano passado foram registados 126 crimes estritamente militares: 8 deserção, 7 insubordinação, 13 abuso de autoridade e 98 outros crimes estritamente militares não discriminados.
- A Guarda Nacional Republicana (GNR) teve números próximos aos de 2011, com 23.549 militares em 2024/2025, face a 22.818 em 2011.
- Em 2011, os crimes estritamente militares apontavam 98 casos: 21 deserção, 7 insubordinação, 5 abuso de autoridade e 65 outros crimes; 2012 foi o ano com mais deserções (31), 2018 com mais insubordinação (13) e 2021 com mais abuso de autoridade (18).
- O ministro da Defesa, Nuno Melo, afirmou que “o tabu de Melo ficou desfeito” ao dar os números no Parlamento.
Forças Armadas perdem 10 mil militares desde 2011, segundo o Ministério da Defesa. O efetivo passou de 34.514 em 2011 para 24.517 no final de 2024, conforme anúncio feito pelo ministro Nuno Melo, em sessão no Parlamento. Melo afirmou que “o tabu de Melo ficou desfeito”, destacando a redução do efetivo.
Os dados incluem o relatório de Segurança Interna de 2025 e a Direção-Geral de Política de Justiça. O número de crimes estritamente militares mantém-se estável face ao período anterior, com 126 registos no ano passado. Entre eles, destacam-se 8 deserções, 7 de insubordinação, 13 de abuso de autoridade e 98 outros crimes estritamente militares.
Os números referidos incluem a GNR, cuja dimensão quase não mudou desde 2011. Em 2011, o efetivo era de 22.818. No ano passado situou-se em 23.549. Eventos históricos relevantes: 2012 teve o maior volume de deserções (31) e 2021 registou recorde de abusos de autoridade (18). O ano com mais crimes estritamente militares foi 2021, com 151 casos.
Segundo Melo, Portugal conta com 24.517 militares nas Forças Armadas. Em 2025, a Marinha foi o único ramo a registar perda de efetivo, passando de 6.702 em 2024 para 6.644 no ano passado.
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