- O presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou ataques ao Papa Leão XIV, criticando a intervenção dos EUA no Irão através de uma publicação na sua rede social.
- Trump classificou o Papa como “fraco”, “péssimo” e “terrível” e insinuou que ele está na Igreja Católica por estar na Casa Branca, acompanhando ainda uma imagem gerada por IA que o retrata como Jesus Cristo.
- Em resposta, Leão XIV afirmou que vai continuar a defender a paz, numa visita que já o levou aos Camarões após passagem pela Argélia, no âmbito de uma viagem de 10 dias pela África.
- O Papa voltará a falar sobre o Irão, onde o país foi acusado de matar manifestantes e de possuir uma bomba nuclear, e encerra a digressão em África na Guiné Equatorial, com paragens em Angola.
- O vice-presidente dos EUA, JD Vance, também reagiu, questionando a intervenção teológica de quem opina sobre temas religiosos e defendendo que tais posições devem ter base na verdade.
Donald Trump voltou a criticar o Papa Leão XIV, enquanto este realiza uma visita de 10 dias pela África. O presidente dos EUA usou a sua rede social para acusar o Irão de violência e questionar o programa nuclear, numa troca que tem desviado o foco da digressão papal.
Leão XIV respondeu com firmeza, reiterando que vai defender a paz. O Papa chegou aos Camarões na quarta-feira, depois de passagens pela Argélia, e prossegue para Angola e terminaria a viagem na Guiné Equatorial.
JD Vance, vice-presidente provisório dos EUA e católico, também entrou no debate ao defender cautela em assuntos teológicos. Questionou a operacionalização de posições teológicas sem base na verdade, numa declaração que acompanhou o tom de confronto entre o Vaticano e a Administração norte-americana.
Reação internacional
A postura de Trump mantém-se agressiva, com ataques que o Vaticano encara como uma contrariedade à diplomacia e à busca de diálogo. A visita papal ocorre num momento de tensões regionais e de escrutínio sobre políticas externas dos EUA.
Itinerário do Papa
O Pontífice já percorreu Argélia e chegou aos Camarões, onde permanece por tempo ainda não divulgado. Segue para Angola e termina a digressão na Guiné Equatorial, mantendo o foco na promoção da paz, diálogo e cooperação humanitária.
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