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Gestão de Rui Costa é alvo de processos

Gestão de Rui Costa no Benfica é alvo de quatro ações judiciais ligadas a negócios imobiliários: Dream Living com atrasos e comissões acima de 700 mil euros nas Amoreiras

Rui Costa tem 54 anos
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  • A gestão desportiva de Rui Costa no Benfica é alvo de fortes críticas, enquanto a empresa 10 Invest enfrenta quatro processos judiciais por incumprimentos ligados ao projeto Dream Living, na Serra de Carnaxide.
  • A obra, ainda por concluir, gerou ações de um mesmo queixoso relacionadas a contratos-promessa para a compra de duas penthouses e atraso na entrega.
  • Um morador acusa que o imóvel não está completamente concluído nem apto para habitar.
  • Há ainda uma ação referente à venda de um terreno na zona das Amoreiras, com o autor a exigir comissões superiores a 700 mil euros.
  • A 10 Invest admite atrasos motivados por constrangimentos operacionais e sustenta que os casos são questões pessoais sem ligação à atividade do Benfica; Luís Mendes pediu a devolução de 500 mil euros emprestados, decisão prevista para junho de 2025.

A gestão desportiva de Rui Costa no Benfica tem sido alvo de críticas, mas a atenção não se esgota apenas no clube. A atividade empresarial do ex-jogador também enfrenta vários processos judiciais por incumprimentos. A informação é avançada pela imprensa desportiva.

O foco principal recai sobre a Dream Living, empreendimento de luxo na Serra de Carnaxide. A obra, ainda por concluir,gera queixas contra a 10 Invest – Investimentos Imobiliários, Lda, detida por Rui Costa e pelos dois filhos. Dois contratos-promessa foram assinados para as penthouses, as frações mais caras do conjunto habitacional.

Uma das ações inscreve-se na assinatura de contratos-promessa para duas penthouses, com atraso alegado na entrega. Outra ação envolve um morador que já ocupa a casa, mas alega que a fração não está concluída nem habitável. O conjunto tem sido objeto de várias contestações judiciais relacionadas com o estado da obra.

Amoreiras e comissões

Outra ação diz respeito à venda de um terreno para construção na zona das Amoreiras, com o autor a reclamar comissões superiores a 700 mil euros. A disputa envolve a consultoria de uma transação imobiliária.

A 10 Invest já reconheceu atrasos na conclusão da obra, citando constrangimentos operacionais. Em comunicado, a empresa afirma que os compromissos contestados são estritamente pessoais e não afetam a atividade do Benfica.

Relação com Luís Mendes

Uma terceira frente envolve Luís Mendes, antigo vice-presidente do clube, que já havia emprestado 500 mil euros para o projeto imobiliário. Mendes pediu a devolução da verba após se demitir, e o caso foi resolvido em junho de 2025. A identidade dos argumentos e o desfecho são parte do registo processual.

A empresa continua a defender que os atrasos decorrem de dificuldades operacionais. Rui Costa e a gestão do Benfica não se posicionaram sobre os detalhes dos processos, mantendo o foco institucional. A situação jurídica permanece em curso, sem conclusão anunciada.

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