- Marcos Barbosa, após um mergulho em Shakespeare e Hamlet, decidiu focusing em dramaturgia contemporânea de pequeno formato.
- A nova linha aposta em comédias para poucos atores, com tom mais leve.
- Natalia Ginzburg (1916-1991) é mencionada como referência para esse caminho, cujas peças são descritas como primas direitas de Tchékhov.
- O objetivo é explorar uma dramaturgia mais atual e próxima do risível, mantendo o estilo de produção para poucos artistas.
Na Escola do Largo, Marcos Barbosa decidiu apostar numa dramaturgia contemporânea de pequeno formato para poucos atores e comédia, após um mergulho profundo em Shakespeare, com especial atenção a Hamlet. A mudança parte da observação de que peças mais curtas favorecem o riso e a tensão.
A proposta foca textos de tom contido, com diálogos enxutos e humor, mantendo a densidade dramática. Barbosa descreve o objetivo como uma via para renovar o repertório sem perder a seriedade da comédia.
A referência literária principal envolve Natalia Ginzburg, cuja obra é apresentada como léxico familiar a explorar. A equipa assinala paralelos entre o trabalho de Ginzburg e a dramaturgia de Tchékhov, vistos como parentes diretos no sentido performativo.
Referências literárias
A equipa criativa sublinha a ligação entre Ginzburg e a tradição teatral europeia, destacando a delicadeza de temas familiares. A ideia é traduzir essa sensibilidade para peças de formato reduzido, com foco em interpretações coletivas.
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