- Às 8 de fevereiro, às 9h27, um avião da TAP que descolou de Gatwick regressou ao aeroporto devido a um incêndio provocado por um cigarro electrónico.
- O Airbus A320, com destino ao Porto, detectou cheiro a queimado na fase de subida e aterrou de emergência; o fogo ocorreu numa bagagem de mão numa bagageira superior.
- O fogo foi extinto com um extintor; a bagagem foi retirada para avaliação adicional pela equipa de combate a incêndios.
- O relatório do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes (GPIAAF) aponta que a causa está relacionada com um dispositivo de cigarro electrónico no interior da bagagem de mão.
- O avião voltou a descolar para o Porto, chegando várias horas atrasado.
O voo da TAP, que tinha decolado de Gatwick com destino ao Porto, regressou ao aeroporto após detetar um odor a queimado. A aeronave, um Airbus A320, voltava ao ponto de partida quando a tripulação decidiu aterrar de emergência.
No regresso, foi visto fogo numa bagagem de mão na bagageira superior. O fogo foi extinto com um extintor e a equipa de combate a incêndios verificou a área assim que o conjunto aterrizou. Ninguém ficou ferido.
A bagagem foi retirada para avaliação adicional, após a aterragem. O relatório do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) aponta que a causa do incêndio está relacionada com um dispositivo de cigarro electrónico no interior da bagagem de mão.
Os cigarros electrónicos só podem ser transportados na bagagem de mão, e não no porão, devido ao risco de sobreaquecimento das baterias de lítio. Durante o voo, os passageiros devem manter os dispositivos guardados para evitar ativação involuntária.
O avião seguiu viagem apenas horas depois, chegando ao Porto com atraso significativo, já no fim da manhã. A TAP reforçou que a segurança dos passageiros continua a prioridade em casos de incidência como esta.
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