Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gestores pressionados a salvar empresas afetadas pela tempestade Kristin

Dois meses após Kristin, 647 empresas da região Centro mantêm produção comprometida; a concorrência ajuda a cumprir encomendas, com 7 079 trabalhadores em lay-off

Na Tecfil, Paulo Valinha alugou dois geradores para colocar a fábrica a trabalhar
0:00
Carregando...
0:00
  • A tempestade Kristin causou destruição no distrito de Leiria, com impactos sentidos desde a madrugada de 28 de janeiro.
  • Dois meses depois, ainda há empresas fechadas e dificuldades de produção; para cumprir encomendas, a concorrência tem ajudado.
  • Hugo Simões, sócio-gerente da Ardavi, na Marinha Grande, teve de fechar portas e recorrer ao lay-off, sustentando nove famílias.
  • A Ardavi aguarda um portão novo para isolar a área de produção; há água no chão e humidade que atrasam testes à instalação elétrica e o arranque das máquinas.
  • Na região Centro, 647 empresas pediram lay-off para 7.079 trabalhadores após o impacto da tempestade.

Desde a madrugada de 28 de janeiro, a tempestade Kristin causou danos no distrito de Leiria, levando ao encerramento de várias empresas na Marinha Grande. A Ardavi, empresa de Hugo Simões, entrou em lay-off pela primeira vez, com impacto direto na produção.

Simões é sócio-gerente da Ardavi e sustenta nove famílias com a microempresa. A unidade teve a cobertura arrancada e enfrenta infiltrações de água. Para retomar a produção, aguarda a instalação de um novo portão de isolamento e a conclusão da desumidificação antes de testar equipamentos.

No total, 647 empresas da região Centro apresentaram pedidos de lay-off para 7079 trabalhadores, após terem a produção afetada pela tempestade Kristin. O levantamento aponta o peso económico da intempérie para o tecido industrial local.

Ajuda entre empresas para cumprir encomendas

Mesmo com os danos, várias firmas recorrem à concorrência para cumprir encomendas urgentes, dada a paralisia na cadeia produtiva. A colaboração entre empresas tem ajudado a manter parte da produção a funcionar.

A situação persiste enquanto as infraestruturas locais são reparadas e as empresas aguardam por soluções rápidas de isolamento, água e energia. O impacto económico mantém-se, com a recuperação a depender de recursos e prazos de reconversão.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais