- Em 31 de março, 51 das 59 albufeiras monitorizadas tinham disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total, e nenhuma ficava abaixo de 40%.
- Os armazenamentos de março, por bacia, ficaram acima da média de 1991 a 2025, com exceção da bacia do Ave.
- Em relação ao último dia de fevereiro, houve aumento do volume armazenado em cinco bacias e diminuição em seis.
- Entre as maiores albufeiras, Aguieira está com 86,5% de armazenamento; Alqueva, 97,9% (a apenas quatro centímetros do pleno); Alto Rabagão, 99,7% (a nove centímetros do pleno); Castelo de Bode, 91,4%.
- O inverno chuvoso sustenta os níveis de água nas albufeiras nacionais.
As albufeiras nacionais mantêm significativo volume de água armazenada, graças ao inverno chuvoso. Dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos, relativos a 31 de março, mostram que, entre 59 barragens monitorizadas, 51 têm disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total. Não existem barragens com menos de 40%.
O estudo também indica que os armazenamentos de março, por bacia hidrográfica, estão, em geral, acima das médias de 1991 a 2025, com exceção da bacia do Ave. Em comparação com o último dia de fevereiro, houve aumento do volume armazenado em cinco bacias e redução em seis.
Situação por grandes albufeiras
Aguieira, em Mortágua, está com 86,5% de armazenamento. Alqueva, em Moura, registra 97,9%, a apenas quatro centímetros da cota de pleno armazenamento. Alto Rabagão, em Montalegre, alcança 99,7% (a 9 centímetros do nível pleno). Castelo de Bode, em Tomar, situa-se a 91,4%.
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