- A obra de emergência para estabilizar o paredão de Moledo deverá avançar esta quarta-feira, envolvendo cerca de cinquenta metros de parede destruída pelo mar.
- Será feita a retirada das pedras resultantes do desmoronamento e a colocação de enrocamento na base, para garantir condições de segurança para a próxima época balnear, que começa no dia dezasseis de junho.
- Está prevista também a alimentação da praia com areia.
- A reconstrução do muro ficará para uma fase posterior, após um estudo sobre o estado do paredão na totalidade e a elaboração de um projeto definitivo de requalificação.
- O desmoronamento começou na primeira quinzena de fevereiro com um aluimento no passeio; o extremo norte também foi afetado e, mais recentemente, a esplanada do bar Mergulho colapsou, mantendo o estabelecimento encerrado e “em risco”, segundo o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Pimenta Machado.
A obra de emergência para estabilizar as fundações do paredão de Moledo deve avançar nesta quarta-feira. O objetivo é retirar as pedras decorrentes do desmoronamento do muro e colocar enrocamento na base, assegurando condições de segurança para a próxima época balnear.
O trabalho envolve a Administração Pública local e entidades de proteção, com o aval da APA. O presidente da APA, Pimenta Machado, confirmou o envolvimento institucional e a avaliação de riscos.
A intervenção prioriza também a alimentação da praia com areia, preparando o arenito para o arranque da época balnear prevista para 16 de junho. A reconstrução total do muro fica para fase futura, após estudo do estado do paredão e definição de um projeto de requalificação.
Desdobramentos da intervenção
A derrocada iniciou na primeira quinzena de fevereiro, com um deslizamento no passeio. Apesar de intervenções, a área norte continuou a sofrer danos, chegando à esplanada do bar Mergulho.
O bar encontra-se encerrado e, segundo o presidente da APA, o local está em risco. Não há informações sobre prazos para a reabertura ou para o restauro definitivo da infraestrutura.
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