- O Chega defende que crimes de tráfico de droga, tráfico de armas e associação criminosa devem levar à perda de nacionalidade portuguesa.
- O partido exige que quem requer a nacionalidade demonstre capacidade para assegurar a subsistência e não seja beneficiário de apoios sociais durante o período de residência.
- A proposta surge no contexto da votação da Lei da Nacionalidade, prevista para quarta-feira.
- O Chega também quer que os crimes acima mencionados constem no aditamento ao código penal que prevê a perda de nacionalidade como sanção acessória.
Com a votação da Lei da Nacionalidade agendada para quarta-feira, o Chega defende que crimes como tráfico de droga, tráfico de armas e associação criminosa devem levar à perda de nacionalidade.
Depois do anúncio, o CHEGA propõe que os requerentes de nacionalidade portuguesa tenham capacidade para assegurar a sua subsistência e não sejam beneficiários de apoios sociais durante o período de residência.
O partido de André Ventura quer ainda que os crimes de tráfico de droga, tráfico e mediação de armas, bem como a associação criminosa, constem no aditamento ao código penal que prevê a perda de nacionalidade como sanção acessória.
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