- Nove migrantes morreram e 45 estão desaparecidos após um barco com 320 passageiros se afundar na noite de 24 de março, na costa do Djibuti, a norte de Obock.
- Sobreviventes recebem assistência das autoridades locais e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).
- O incidente ocorre na chamada Rota Oriental, com migrantes do Corno de África a tentar chegar aos países do Golfo.
- A maioria dos migrantes vem da Etiópia e da Somália.
Nove migrantes morreram e 45 estão desaparecidos após um barco com 320 pessoas a bordo se afundar na costa norte de Obock, Djibuti, na noite de 24 de março. A Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU confirmou o incidente esta quinta-feira, avisando sobre as vítimas e os sobreviventes que recebem apoio das autoridades locais.
As autoridades locais e a OIM prestam assistência aos sobreviventes, que foram retirados do local e encaminhados para cuidados emergenciais. Ainda não há informação detalhada sobre a identidade das vítimas ou as causas do naufrágio.
A rota conhecida como Rota Oriental reúne migrantes do Corno de África, principalmente Etiópia e Somália, que tentam chegar aos países do Golfo. A ONU tem vindo a monitorizar a região devido ao elevado fluxo humano e aos riscos enfrentados no mar.
Contexto da Rota Oriental
Migrantes continuam a usar a rota da costa do Golfo para fugir de conflitos, catástrofes naturais e dificuldades económicas. Organizações humanitárias alertam para a vulnerabilidade de quem parte, bem como para os riscos de travessias no mar.
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