- Vinte e quatro de março? (Não relevante) — 120 fuzileiros da Marinha Portuguesa partiram para a Lituânia numa missão da NATO.
- A força ficará oito meses numa base naval em Klaipeda, integrada nas Medidas de Tranquilização da NATO na fronteira com a Rússia.
- A operação conta com capacidades anfíbias, de operações especiais, abordagem, mergulho de combate, inativação de explosivos e cinotecnia.
- A missão visa dissuadir comportamentos da Federação Russa, especialmente na região de Kaliningrado, segundo o Chefe do Estado Maior da Armada.
- A iniciativa é apresentada como uma demonstração de solidariedade entre membros da NATO e de reforço à segurança na fronteira com a Rússia.
Os 120 fuzileiros da Marinha Portuguesa partiram esta terça-feira para a Lituânia, onde ficam instalados numa base naval em Klaipeda. A missão insere-se nas Medidas de Tranquilização da NATO na fronteira com a Rússia, com um encaixe de oito meses.
A principal tarefa é vigiar e dissuadir perante potenciais ameaças na região, especialmente junto ao enclave russo de Kaliningrado. A força destacada inclui capacidades anfíbias, operações especiais, abordagens, mergulho de combate, explosivos e cinotecnia.
A batida de saída decorreu nesta terça-feira, com a participação de militares que integram a missão da NATO. O objetivo é reforçar a presença aliada e contribuir para a estabilidade na zona fronteiriça, através de ações de dissuasão e cooperação entre países da aliança.
Missão e capacidades
De acordo com o Chefe do Estado-Maior da Armada, a participação portuguesa resulta de uma demonstração de solidariedade entre membros da NATO. A missão pretende, também, responder a eventuais comportamentos desviantes por parte da Federação Russa na região.
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