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Idosos pagam 1921 euros por quarto individual em residências seniores

Quarto individual em residências seniores custa, em média, 1921 euros, num ano de aumentos em 84,5% dos lares e listas de espera superiores a seis meses

Residências seniores têm poucas vagas
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  • Em 2025, o custo médio de uma cama em quarto duplo nas residências seniores ficou em 1717 euros; o quarto individual custa 1921 euros.
  • 84,5% das residências aumentaram os preços face a 2024, com aumentos que, nalguns casos, chegaram a mais de sete por cento.
  • A disponibilidade é limitada: apenas 8% das entidades dizem ter algumas vagas; dois terços têm lista de espera, com 36% acima de seis meses.
  • O retrato é da Via Sénior e da BA&N Research Unit e representa 45% das mais de 105 mil camas privadas.
  • Mais de metade dos utentes tem entre 86 e 90 anos.

Nos dados mais recentes sobre residências seniores em Portugal, o custo de alojamento privado tem registado aumentos consideráveis. Em 2025, o custo médio de uma cama em quarto duplo é de 1717 euros, enquanto um quarto individual atinge 1921 euros. Os valores variam conforme o tipo de acomodação.

O estudo, realizado pela Via Sénior e pela BA&N Research Unit, abrange respostas que representam 45% das mais de 105 mil camas privadas existentes. A análise aponta que 84,5% das residências aumentaram os preços face a 2024, com subidas que, nalguns casos, ultrapassam 7%.

Custos médios e variações

Em quartos duplos, os preços situam-se entre 1000 e 3000 euros. Os quartos individuais apresentam uma média de 1921 euros, com faixas entre 1125 e 3000 euros. Já as camas em quartos triplos são mais acessíveis, com valores entre 750 e 3000 euros e uma média de 1482 euros.

Disponibilidade de vagas

A procura por vagas tem aumentado a dificuldade de acesso. Apenas 8% das entidades indicam ter algumas vagas disponíveis, enquanto dois terços mantêm listas de espera. Em 36% dos casos, a espera superou os seis meses.

Perfil dos utentes

Mais da metade dos utentes têm entre 86 e 90 anos (52%). Esta tendência reforça a pressão sobre o sistema de residências privadas, que continua a evoluir face às necessidades de população sénior em Portugal.

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