- Mulher que perseguiu uma colega de universidade durante dois anos contesta a sentença de sete anos e nove meses de cadeia no Tribunal Constitucional.
- No alegado caso, criou uma conta numa aplicação de encontros, enviou mensagens de conteúdo sexual e fotomontagens à vítima, buscando contactá-la.
- A vítima relatou ansiedade e medo, tendo pedido medidas de proteção.
- A defesa sustenta que a conduta não configura perseguição, mas assédio, e reclama uma pena mais branda, alegando desproporção e antecedentes de menor gravidade.
- O Ministério Público mantém que a perseguição durou dois anos, considerando a conduta grave e prejudicial à vítima, e insiste na manutenção da pena; o recurso ainda aguarda decisão.
Uma mulher condenada a 7 anos e 9 meses de cadeia por perseguir uma colega de universidade contesta a sentença no Tribunal Constitucional. A acusação envolve criar uma conta numa aplicação de encontros, enviar mensagens de teor sexual e apresentar fotomontagens da mesma vítima. A perseguição manteve-se ao longo de dois anos, segundo o processo.
A vítima informou ter ficado com ansiedade e medo, tendo pedido medidas de proteção. O caso ganhou contornos de violência psicológica devido à persistência das mensagens e à criação de identidades falsas para contactar a colega.
Processo e argumentos das partes
A defesa sustenta que a conduta não configura perseguição, mas sim assédio, defendendo uma pena mais branda. Alega ainda que a pena aplicada é desproporcional e que a arguida possui antecedentes criminais de menor gravidade.
O Ministério Público mantém que a perseguição durou dois anos e que houve danos psicológicos confirmados à vítima, defendendo a manutenção da pena e a confirmação da sentença pelo Constitucional.
A decisão final ainda não foi divulgada, e a mulher aguarda o desfecho do recurso para saber se a pena permanece ou é reduzida.
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