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Dia Mundial da Obesidade: prevenir desigualdades para evitar custos futuros

Dia Mundial da Obesidade alerta para falhas políticas; milhões de crianças, jovens e adultos vivem com excesso de peso, com custos estimados em 3,6 biliões de euros até 2035

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  • Dia Mundial da Obesidade celebra-se hoje e aponta falhas das estratégias antiobesidade em Portugal e no mundo.
  • Atualmente, mais de 245 milhões de crianças entre os cinco e os 14 anos, 249 milhões de adolescentes e jovens entre os 15 e os 24 anos, e 2100 milhões de adultos vivem com excesso de peso ou obesidade.
  • As projeções indicam que estes números vão continuar a subir até 2050.
  • As gerações mais novas enfrentam risco de doenças associadas à obesidade ao longo da vida.
  • Os custos globais estimados devem chegar a mais de 3,6 biliões de euros até 2035.

Dia Mundial da Obesidade: prevenir desigualdades para não tratar (e gastar) amanhã.

No Dia Mundial da Obesidade, hoje, é preciso reconhecer que muitas estratégias antiobesidade têm falhado em Portugal e no mundo.

A mudança de paradigma é apresentada como necessária para reduzir desigualdades na prevenção.

A situação atual é preocupante. Mais de 245 milhões de crianças entre 5 e 14 anos vivem com excesso de peso ou obesidade.

Entre os 15 e 24 anos, cerca de 249 milhões são afetados.

E 2,1 mil milhões de adultos enfrentam obesidade ou excesso de peso, segundo projeções.

A Organização Mundial de Saúde aponta que as tendências devem manter-se até 2050, a menos que haja mudança nos modelos de prevenção.

Jovens e adultos enfrentam maior risco de diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro.

Estima-se que os custos globais superem 3,6 biliões de euros até 2035.

Impacto e custos

As estimativas destacam impactos fortes em sistemas de saúde e na economia.

Especialistas defendem que reduzir desigualdades no acesso a alimentação saudável é essencial para evitar custos maiores no futuro.

A prioridade é adotar políticas que intervenham desde a infância, com efeitos a longo prazo.

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