- As Forças Armadas ativaram o resgate anfíbio nos rios Lis e Tejo, no âmbito do apoio às populações afetadas pelas tempestades e cheias, nesta quarta-feira, 4 de fevereiro.
- Hoje foram mobilizados 2.173 militares, 155 viaturas, 23 máquinas de engenharia e 44 botes, com embarcações pré-posicionadas em Coimbra, Tancos e Águeda e equipas no terreno para bombagem de água, transporte e implementação de barreiras de contenção.
- No período de 28 de janeiro a 4 de fevereiro, o total de militares envolvidos foi de 6.290, com 633 viaturas e 69 máquinas de engenharia; ações incluem desobstrução de vias, fornecimento de energia e apoio de alojamento a 480 pessoas, entre outras.
- Foram posicionados 44 botes com equipas em áreas de risco severo nas bacias do Douro, Vouga, Mondego, Sado e Tejo.
- Mantêm-se disponíveis 1.860 camas em 15 unidades militares, seis helicópteros, uma aeronave C-130 e uma P-3C, além de sete pedidos de apoio da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
As Forças Armadas Portuguesas ativaram hoje a capacidade de resgate anfíbio nos rios Lis e Tejo, no âmbito do apoio às populações afetadas pelas tempestades e cheias. O dispositivo envolve, nesta primeira fase, ações de bombagem de água, transporte e construção de barreiras de contenção. A ação decorre em várias zonas do país.
Hoje, 2.173 militares, 155 viaturas, 23 máquinas de engenharia e 44 botes já estão mobilizados. Os embarcações vão ficar pré-posicionadas em Coimbra, Tancos e Águeda, com equipas no terreno para operações de pontual bombagem e retirada de água. O objetivo é reduzir cheias e facilitar o acesso às populações.
No período de 28 de janeiro a 4 de fevereiro, o total de militares empenhados ascende a 6.290, com 633 viaturas e 69 máquinas de engenharia. As frentes de atuação incluem desobstrução de vias, fornecimento de energia com geradores, apoio de alojamento a 480 pessoas e reforço de comunicações de emergência com 29 equipamentos Starlink.
Intervenções anfíbias e recursos disponíveis
Foram posicionados 44 botes e equipas em áreas de risco severo, designadamente nas bacias do Douro, Vouga, Mondego, Sado e Tejo. Mantêm-se disponíveis 1.860 camas em 15 unidades militares e meios de alimentação para várias unidades.
A Força Aérea anuncia ainda apoio com seis helicópteros, uma aeronave C-130 e uma P-3C de reconhecimento. Estão em processamento sete pedidos de apoio pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, incluindo desobstrução de vias, transporte de pessoas e bombagem de água.
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