- Metroid Prime 4: Beyond foi lançado no final de dois mil e vinte e cinco, marcando a continuação da saga após Metroid Prime 3: Corruption, disponível na Nintendo Switch e na Switch 2.
- A missão acompanha Samus Aran após um ataque da Federação Galáctica por piratas liderados por Sylux, levando-a ao planeta Viewros para proteger a cultura Lamorn e permitir a sua prosperidade noutro mundo.
- O jogo apresenta cinco zonas em formato de masmorra aberta, com destaque para um laboratório numa região montanhosa com neve; a versão Switch 2 oferece grafismo e fluidez acima da média.
- A jogabilidade mantém as habilidades conhecidas de Samus (inclui Morph Ball e duplo salto) e utiliza poderes psíquicos, mas sem grandes inovações ou novas mecânicas.
- A crítica aponta que o título é seguro e fiel aos fãs, oferecendo uma experiência sólida, mas com ambição menos evidente e pouca surpresa para quem espera novidades.
Metroid Prime 4: Beyond chegou quase duas décadas depois do último capítulo da série principal. A continuação estreou no final de 2025 e está disponível para a Switch e a Switch 2, apresentando gráficos e fluidez aprimorados.
A aventura acompanha Samus Aran, agora a enfrentar piratas espaciais que atacaram a Federação Galáctica. O teletransporte leva-a ao planeta Viewros, onde a missão passa por preservar a cultura Lamorn, à beira da extinção, para um novo mundo.
O lançamento surge num momento em que a saga teve outras entradas, como Metroid: Other M (2010) e Metroid Dread (2021). Uma remasterização de Metroid Prime ajudou a situar os jogadores na linha temporal da Retro Studios.
Análise inicial
O enredo começa com Samus a responder a um pedido de ajuda após o ataque a instalações da Federação Galáctica. Inimigos liderados por Sylux compõem o conflito inicial, que desencadeia o transporte para Viewros.
Ao chegar, o foco é proteger a cultura Lamorn e preparar a transferência para um novo planeta. O cenário de deserto entre áreas visa ligar masmorras distintas, cada uma ligada por uma progressão ligada a upgrades do traje.
Estrutura e áreas
As cinco áreas a explorar concentram-se em encontrar chaves para ativar uma máquina de teletransporte. A organização lembra masmorras tradicionais, com foco em progressão por meio de habilidades já conhecidas de Samus.
Visualmente, o título destaca-se pela qualidade gráfica na Switch 2, com resolução elevada e fluidez estável. Os ambientes, incluindo uma área de neve com laboratório, recebem particular atenção da produção.
Jogabilidade e design
A jogabilidade mantém a perspetiva em primeira pessoa característica da série, com Samus a usar habilidades clássicas como duplo salto, Morph Ball e bombas. Não há grandes inovações em habilidades psíquicas, que substituem ou repetem recursos já usados.
As mecânicas psíquicas permitem ajustes de disparo ou manipulação do tempo, mas não introduzem novidades relevantes em relação aos títulos anteriores. O jogo foca-se numa experiência fiel ao que os fãs esperam.
Som e atmosfera
A componente sonora preserva o tom de Metroid, com temas que remetem para o hub verde em que Samus acompanha as suas companhias. A trilha sonora permanece adequada ao ambiente de exploração e suspense dos cenários.
A direção de arte mantém a qualidade visual típica dos jogos da Nintendo, com efeitos e animação estáveis, sem erros técnicos reportados durante a análise.
Considerações técnicas
A performance na Switch 2 é apontada como excelente, com qualidade gráfica elevada e experiência fluida em televisão ou portátil. A jogabilidade permanece estável, sem paragens ou glitches durante a sessão de avaliação.
O título conserva o registo de exploração de ambientes abertos com dungeons distintas, oferecendo uma curva de dificuldade equilibrada. Os fãs da série devem encontrar elementos familiares bem executados.
#### Observação para leitores
Metroid Prime 4: Beyond apresenta uma experiência sólida para fãs de Samus Aran, mantendo a identidade da série. Contudo, alguns aspectos podem confirmar a percepção de que o jogo é algo conservador em termos de inovação.
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