- António José Seguro pediu ativar todos os instrumentos, públicos ou privados, para acudir às pessoas afectadas pela tempestade Kristin, com a Proteção Civil a decidir sobre o Mecanismo Europeu.
- Seguro criticou o atraso na reposição de energia eléctrica e disse que não é aceitável demorar quase uma semana a recuperar o fornecimento.
- Questionado sobre o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, enfatizou que a Proteção Civil é quem deve saber o que adoptar e que fenómenos destes ter-lhe-ão de ser cada vez mais frequentes.
- O ex-líder do PS não comentou as declarações da ministra da Administração Interna sobre falhas no apoio aos territórios afectados, dizendo que só comenta se for presidente da República.
- Seguro defendeu acelerar a mobilização de construção civil para reconstruir casas e empresas afectadas, considerando que o importante é acudir às pessoas, independentemente do instrumento utilizado.
António José Seguro defendeu hoje que é preciso ativar todos os instrumentos, públicos ou privados, para acudir às pessoas afetadas pela tempestade Kristin. O candidato presidencial destacou que a decisão sobre o Mecanismo Europeu de Proteção Civil deve ser da proteção civil.
No decorrer de uma ação de campanha em Campo Maior, Portalegre, Seguro criticou a demora na reposição de energia eléctrica em várias casas, afirmando que não pode demorar quase uma semana a restituir o fornecimento. Quer soluções rápidas para quem ficou sem energia.
O ex-líder do PS sublinhou que a proteção civil é quem deve saber o que deve ou não ser ativado, e apelou a um Estado mais eficiente para responder em tempo útil. Questionado, não comentou declarações da ministra da Administração Interna sobre falhas na resposta.
Sobre a situação económica da reconstrução, Seguro disse que é essencial libertar rapidamente capacidade da construção civil para reparar casas e apoiar empresas afetadas. A solução seria por meio de instrumentos alternativos ao PRR, segundo as suas declarações.
O candidato afirmou que, neste momento, o foco é a solidariedade e a ajuda aos afetados, adiando avaliações e lições para depois. Garantiu que, se chegasse à Presidência, as conversas com o Governo seriam sobre a efetiva resposta imediata.
Além disso, Seguro referiu a utilização de lonas já disponíveis para proteger habitações, em vez de cartazes políticos. Defendeu que este uso é mais útil e soma-se aos contributos de muitas pessoas para a proteção de moradias danificadas.
A Proteção Civil acrescentou que não se justifica recorrer ao Mecanismo Europeu para a tempestade Kristin, observando que existem regras específicas. O organismo disse que o mecanismo não serve para distribuir telhas ou lonas.
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