- Celebra-se um ano da equipa comunitária de saúde mental da Unidade Local de Saúde São José, com visitas domiciliárias bissemanais e grupos terapêuticos em competências socioemocionais e intervenção familiar.
- O serviço realiza visitas a residentes em casa, incluindo quem tem mobilidade reduzida e outras necessidades de apoio.
- O texto apresenta Gi, 26 anos, com deficiência grave, totalmente dependente da mãe, de 51 anos.
- Gi fala pouco, tem problemas de mobilidade e episódios de violência; vive num prédio em Loures com elevador avariado.
- A notícia ilustra o impacto do apoio comunitário no quotidiano, destacando momentos como ouvir música em casa e o desejo de sair para viver de forma mais tranquila.
A equipa comunitária de saúde mental da ULS São José celebra um ano de atividades com visitas domiciliárias bissemanais e grupos terapêuticos focados em competências socioemocionais e intervenção familiar. O serviço pretende apoiar pessoas em situações de vulnerabilidade, promovendo o bem-estar no próprio ambiente familiar.
As visitas são realizadas em várias zonas de atuação, com objetivo de facilitar o acesso a cuidados continuados e ao apoio psicossocial. Os profissionais trabalham em parceria com famílias e comunidades para reduzir riscos associados a transtornos mentais.
Em Loures, a equipa acompanha casos em contexto domiciliário, onde se observa a importância do apoio próximo para lidar com dificuldades diárias. O modelo integrativo tem como foco reforçar redes de suporte e promover a autonomia.
Caso Gi
Gi tem 26 anos e mensagens indicam deficiência grave. É totalmente dependente da mãe, de 51 anos, com quem reside. Fala pouco e enfrenta problemas de mobilidade, além de episódios de violência que condicionam o dia a dia no lar.
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