- O projeto educativo “A Serra da Aboboreira vai à escola” chega a alunos do 4.º ano nos concelhos de Amarante, Baião e Marco de Canaveses.
- A iniciativa, promovida pela Associação de Municípios do Douro e Tâmega, arrancou em janeiro em Baião e envolve cerca de 160 alunos.
- As sessões, que continuarão em fevereiro, março e abril, utilizam atividades interativas e experiências para promover a sustentabilidade ambiental e o património da serra.
- Um recurso-chave é o jogo de tabuleiro “Descobrir a Serra da Aboboreira”, criado para transmitir conhecimentos sobre o património natural de forma lúdica.
- O projeto visa criar uma ligação afetiva dos alunos ao território e reforçar a proteção do património, com o apoio das autarquias locais.
A iniciativa educativa intitulada A Serra da Aboboreira vai à escola já está a chegar a alunos do 4.º ano. O projeto é realizado pelo Serviço Educativo da Paisagem Protecida Regional da Serra da Aboboreira (PPRSA) e envolve agrupamentos escolares de Amarante, Baião e Marco de Canaveses. O arranque ocorreu em janeiro, no concelho de Baião, e a ação deve prolongar-se até abril.
Ao todo, envolveu cerca de 160 alunos do 4.º ano no concelho de Baião, com continuidade prevista para fevereiro, março e abril nos demais municípios. A finalidade é aproximar o território da serra aos alunos, promovendo educação ambiental, sustentabilidade e o património natural e cultural da área protegida, sem a necessidade de deslocação.
As sessões utilizam atividades interativas, lúdicas e participativas, incluindo experiências sobre biodiversidade e ecossistemas. Um recurso destacado é o jogo de tabuleiro Descobrir a Serra da Aboboreira, criado para transmitir conhecimentos de forma dinâmica e educativa.
Recursos pedagógicos
A iniciativa reforça a ligação afetiva dos alunos ao território e a consciencialização sobre a proteção do património natural. O projeto integra-se no plano de atividades do serviço educativo da área protegida, promovendo educação ambiental desde tenra idade.
A iniciativa é promovida pela Associação de Municípios do Douro e Tâmega, gestora da PPRSA, com o apoio das câmaras municipais envolvidas. O objetivo é valorizar o capital natural da região e sensibilizar para a sustentabilidade ambiental.
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