- Adrian Conejo Arias, pai de Liam, negou as alegações de abandono feitas pelo Governo dos EUA, afirmando que ama o filho e nunca o abandonaria.
- O DHS alegou que Arias deixou a criança num veículo, enquanto regressavam ao Minnesota, e que o pai fugiu a pé antes de ser detido.
- Arias diz que o filho adoeceu enquanto estava sob custódia federal e que lhe foi negada medicação. A ICE afirmou que o menino ficou sob supervisão dos agentes.
- Um juiz federal determinou a libertação da dupla no fim de semana, e eles regressaram ao Minnesota no domingo, segundo um congressista americano.
- O caso ocorre num contexto de repressão de imigração nos EUA, com controvérsias sobre o tratamento a famílias, ainda sob escrutínio público e político.
Adrian Conejo Arias, pai de Liam, de 5 anos, negou as alegações do Governo dos EUA de que abandonou o filho quando regressavam ao Minnesota. O caso envolve a detenção do menino por agentes de imigração, que o mantiveram numa instalação federal no Texas.
Arias, natural do Equador, afirmou à ABC News que ama o filho e nunca o abandonaria. O pai contesta a versão do Departamento de Segurança Interna (DHS), que afirma ter visto o pai deixar a criança num veículo durante a fuga a pé antes da detenção.
Segundo relatos da DHS, a secretária adjunta Tricia McLaughlin disse que os agentes permaneceram com Liam e que o pai, que estaria ilegal no país, levou o filho para um centro de detenção. McLaughlin acrescentou que a mãe foi convidada a ficar com o menor, algo que não ocorreu.
Arias garantiu que o filho adoeceu durante a custódia federal, sem acesso a medicação adequada. O DHS não comentou essa afirmação. O pai afirma ainda estar legalmente no país, com um processo de asilo pendente, e disse ter sido preso injustamente.
O caso ganhou relevância após um juiz federal determinar a libertação conjunta do pai e do filho, no fim de semana, com o regresso da família ao Minnesota, conforme o congressista Joaquin Castro. A repercussão ocorreu no contexto de uma operação de repressão imigratória sob a gestão do presidente Donald Trump.
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