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José confessa o assassinato da filha da atriz Delfina Cruz

José confessa o homicídio da agente imobiliária Maria Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, e indica o corpo na Lagoa de Óbidos; segue para aplicação de medidas de coação

Atraída para a morte. José confessa o assassinato da filha da atriz Delfina Cruz
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  • Maria Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, foi assassinada no dia 19 de janeiro, sendo a última a vê-la no concelho da Lourinhã.
  • José, de 35 anos, principal suspeito, confessou o crime às autoridades e indicou o local onde escondeu o corpo na Lagoa de Óbidos.
  • No interior da casa onde ocorreu o crime foram encontrados vestígios de sangue; José terá usado o carro da vítima para trasladar o corpo.
  • O corpo foi encontrado na Lagoa de Óbidos à noite de sábado e já foi transportado para o Instituto de Medicina Legal para autópsia; o suspeito foi detido para aplicação de medidas de coação.
  • A investigação foi feita pela Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária, sob coordenação de Patrícia Silveira, desde o desaparecimento até à confissão.

A agência imobiliária Remax confirmou que Maria Amaral, agente imobiliária e filha da atriz Delfina Cruz, foi assassinada. O crime ocorreu no concelho da Lourinhã, no dia 19 de janeiro, data em que a vítima foi vista pela última vez. A localização exata do tiroteio não é mencionada; as autoridades não divulgaram o motivo inicial.

O principal suspeito é José, de 35 anos, ele que vivia na Lourinhã há cerca de um ano e meio. Relatos indicam que o homem convidou Maria para visitar uma habitação que pretendia vender, alegando mostrar o imóvel. A vítima já informou previamente os responsáveis da Remax sobre a visita.

Local do crime e vestígios

Numa primeira avaliação, José afirmou às autoridades que Maria esteve na habitação por volta do meio-dia e que não voltou a ser vista. No interior da casa, a Polícia Judiciária encontrou vestígios de sangue, sugerindo que o crime ocorreu naquele espaço.

Desfecho da investigação e prisões

Após o homicídio, o suspeito terá utilizado o veículo da vítima para transportar o corpo e esconder o cadáver na Lagoa de Óbidos. A viatura foi depois deixada junto aos bombeiros de Peniche, numa tentativa de simular abandono. José seguiu para a sua residência de autocarro, onde permaneceu alguns dias.

Confissão e próximos passos legais

Quando a GNR se deslocou à casa do suspeito, José mostrou surpresa e afirmou que Maria apenas tinha ido ver a casa, alegando não saber do paradeiro. Diante das provas, o suspeito confessou o crime, indicando a localização do corpo, encontrado na Lagoa de Óbidos na noite de sábado. O cadáver foi encaminhado para autópsia no Instituto de Medicina Legal.

O homem será ouvido em tribunal para aplicação de medidas de coação, estando indiciado por homicídio qualificado e profanação de cadáver. A investigação está a cargo da Unidade Nacional de Combate ao Terrorismo da Polícia Judiciária, com coordenação de Patrícia Silveira.

Desde o alerta do desaparecimento, a equipa de investigação monitorizou o círculo próximo da vítima, avançando com diligências que levaram à identificação do sujeito suspeito. As autoridades não divulgaram motivações do crime.

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