- Um homem de 24 anos apresentou-se no dia 1 de fevereiro no Hospital Rangueil, em Toulouse, França, com forte dor retal, admitindo ter introduzido um objeto no reto.
- Durante a cirurgia, a equipa médica descobriu que o objeto era um projétil da Primeira Guerra Mundial, com 20 centímetros de comprimento e 3 centímetros de diâmetro.
- A cirurgia foi interrompida e a polícia foi chamada, com a criação de um perímetro de segurança até confirmar que não havia risco de explosão.
- Uma brigada antibombas foi acionada, mas a munição foi identificada como desmilitarizada, não havendo queixa penal adicional.
- O caso é citado como incomum, tendo ocorrido também em 2022, em Toulon, e em 2021, no Reino Unido.
Um homem de 24 anos apresentou-se no dia 1 de fevereiro no Hospital Rangueil, em Toulouse, França, com forte dor retal. Durante a avaliação, admitiu ter introduzido um objeto no recto, sem detalhar qual.
A equipa médica iniciou uma cirurgia para tratar o desconforto, mas interrompeu o procedimento ao descobrir que o objeto era um projétil da Primeira Guerra Mundial, com cerca de 20 centímetros de comprimento e 3 de diâmetro.
A notícia foi confirmada pelo diário La Dépêche du Midi, citando o El País. Assim que detectaram a munição, foi instaurado um perímetro de segurança e chamou-se a brigada antibombas.
Investigação e medidas subsequentes
As autoridades clarificaram que não havia risco de explosão e que a bala seria apenas uma munição desmilitarizada. O paciente será ouvido para esclarecer como teve acesso ao projétil.
Foi ainda confirmado pela AFP que a equipa médica manteve o anonimato de um dos seus membros. A promotoria de Toulouse não seguirá o caso, dada a natureza da munição.
Contexto histórico
O caso não é único: em 2022, em Toulon, um homem apareceu no hospital com um projétil semelhante no recto; em 2021, ocorreu uma situação similar no Reino Unido.
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