- Em 2025, ocorreram 552 despedimentos coletivos comunicados, subindo cerca de 11,07% face a 2024 e sendo o valor mais alto desde 2020, quando foram 698.
- No conjunto do ano, 6.714 trabalhadores estiveram abrangidos por despedimentos coletivos, com 6.530 despedimentos efetivos; em 2024 foram 6.085 abrangidos e 5.758 efetivos.
- A distribuição por porte de empresa aponta 191 microempresas, 219 pequenas, 90 médias e 52 grandes.
- A região de Lisboa e Vale do Tejo liderou com 271 despedimentos coletivos comunicados, seguida pelo Norte (173), Centro (83), Alentejo (12) e Algarve (13).
- Em dezembro de 2025 aconteceram 595 despedimentos efetivos, com Lisboa a responder por quase 46% (272); as indústrias transformadoras foram as mais afetadas e, no conjunto, a redução de trabalhadores é apontada como principal razão (46%).
Em 2025, o número de despedimentos coletivos comunicados aumentou para 552, um incremento de 11,07% face a 2024. Os dados são da DGERT e divulgados esta segunda-feira, revelando o valor mais alto desde 2020.
Entre janeiro e dezembro de 2025, 6.714 trabalhadores estiveram abrangidos pelos despedimentos, dos quais 6.530 foram efetivamente despedidos. Em 2024, 6.085 trabalhadores tinham sido abrangidos, com 5.758 já despedidos.
No conjunto do ano, as indústrias transformadoras registaram o maior peso de despedimentos. A principal razão apontada é a redução do quadro de trabalhadores.
Distribuição por tamanho de empresa
Dos 552 despedimentos no ano, 191 foram de microempresas, 219 de pequenas, 90 de médias e 52 de grandes empresas.
Região de Portugal
Lisboa e Vale do Tejo liderou com 271 despedimentos comunicados. Norte somou 173, Centro 83, Alentejo 12 e Algarve 13. No mês de dezembro, Lisboa e Vale do Tejo concentrou quase metade dos despedimentos efetivos, com 272.
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