- Operação de vacinação preventiva decorre de 4 a 8 de fevereiro em cinco distritos de Niassa (Lago), Cabo Delgado (Metuge e Pemba), Zambézia (Quelimane) e Sofala (Beira), visando abranger 1.757.229 pessoas com um ano ou mais.
- A vacinação será feita nas unidades de saúde e em comunidades, por brigadas móveis, integrada no Plano Nacional de Eliminação da Cólera (2025‑2030).
- Nos últimos quatro dias de janeiro foram registados 334 novos casos de cólera e 22 mortos, elevando o total desde setembro a 59 óbitos.
- O epicentro atual é a província de Tete, com taxa de letalidade de 1,8%, e há surtos recentes em Cabo Delgado (Mecufi, Montepuez) e em Guro, Manica.
- Até 31 de janeiro, o surto totalizou cerca de 3.867 casos desde 3 de setembro, com contributos significativos de Nampula, Tete e Cabo Delgado.
A vacinação preventiva contra a cólera em Moçambique vai decorrer entre 4 e 8 de fevereiro, em cinco distritos de cinco províncias. A operação abrange Niassa (Lago), Cabo Delgado (Metuge e Pemba), Zambézia (Quelimane) e Sofala (Beira), com o objetivo de alcançar 1.757.229 pessoas com idade igual ou superior a um ano.
As autoridades indicam que as vacinas vão ser administradas nas unidades de saúde e em comunidades, através de brigadas móveis. A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Eliminação da Cólera (2025-2030) e pretende reduzir o impacto da doença, especialmente na época chuvosa entre outubro e março.
A cólera registou 334 novos casos e 22 óbitos nos últimos quatro dias de janeiro, elevando o total desde setembro para 59 mortes, segundo boletins oficiais compilados pela Lusa. Nampula, com 1.643 casos e 21 mortos, e Tete, com 1.525 casos e 28 óbitos, concentram a maioria dos registos.
No relatório mais recente, o epicentro continua em Tete, com uma taxa de letalidade de 1,8%. Cabo Delgado também registou novos surtos nos distritos de Mecufi e Montepuez, além de casos em Pemba e Metuge. Guro, em Manica, também aparece como área afetada.
> Nota: o Governo mantém o objetivo de reduzir a cólera a nível nacional até 2030, via medidas integradas do plano de eliminação, em linha com iniciativas de prevenção, tratamento e higiene de água e alimentos.
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