- A 6.ª edição da Lagarada ASC realizou-se no Centro de Convívio do Cadafaz, em Celorico da Beira, no dia 31 de janeiro.
- A iniciativa reuniu a comunidade para um prato de lagarada, confecionado com cebola, batata, toucinho, chouriça e azeite, acrescido do bacalhau com batata a murro.
- A lagarada é associada ao periodo da apanha da azeitona e ao encerramento da campanha da oliveira, visando preservar sabores e costumes locais.
- O evento funcionou como convívio e afirmação da ligação entre as pessoas, a terra e a tradição, com foco na promoção do património gastronómico e da coesão comunitária.
- Em entrevista, o presidente da ASC, Nuno Xavier, e o presidente da Câmara Municipal, Carlos Ascensão, destacaram a importância do encontro para as freguesias rurais e a luta contra o isolamento.
A 6.ª edição da Lagarada ASC aconteceu no passado sábado, 31 de janeiro, no Centro de Convívio do Cadafaz, antigo edifício da escola primária. A iniciativa foi promovida pela Associação de Solidariedade do Cadafaz (ASC), no concelho de Celorico da Beira, com o objetivo de preservar sabores e tradições regionais.
A lagarada, prato típico da época da azeitona, é confecionada com cebola, batata, toucinho, chouriça e azeite, acompanhada pelo bacalhau com batata a murro. O evento reuniu moradores e visitantes num ambiente de convívio, tradição e partilha, reforçando a ligação às raízes rurais da Beira Alta.
Além da demonstração gastronómica, a iniciativa enfatizou a memória coletiva e a valorização do património imaterial. Em Cadafaz, ações como esta ajudam a combater o isolamento e a dinamizar a vila, mantendo o interior vivo e com futuro.
Testemunhos dos responsáveis
Nuno Xavier, presidente da ASC e da União das Freguesias da Rapa e Cadafaz, destacou a importância do reencontro comunitário e da transmissão de saberes entre gerações. Carlos Ascensão, presidente da Câmara Municipal de Celorico da Beira, sublinhou o papel do evento na coesão social local.
A forte adesão à Lagarada de Cadafaz revela o compromisso da população com as tradições e o orgulho nas raízes. Eventos semelhantes são vistos como fundamentais para a identidade da região e o desenvolvimento sustentável das freguesias rurais.
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