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Avaliação da qualidade da água da rede pública em Guarda

APAL restabelece água segura em Valhelhas com ligação provisória, monitorização contínua e isenção da fatura de janeiro

APAL fez análises após a suspeita de possível contaminação na origem
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  • A Águas Públicas em Altitude (APAL) concluiu as análises do reservatório e afirma que a água em Valhelhas cumpre os requisitos legais de qualidade para consumo humano.
  • Em menos de 48 horas foi instalada quase 2.000 metros de tubagem numa ligação provisória à rede da Carapita, para fornecimento a partir da Zona de Abastecimento do Caldeirão.
  • A água distribuída encontra-se sob controlo operacional e continua a cumprir os parâmetros legais de qualidade para consumo humano.
  • O SEPNA da Guarda vai investigar a origem da contaminação, com a APAL a monitorizar a situação.
  • Para assegurar o fornecimento, o reservatório foi abastecido por autotanque dos bombeiros e foram distribuídos 200 garrafões; a fatura de janeiro não será cobrada aos clientes de Valhelhas.

A Águas Públicas em Altitude (APAL) anunciou que a qualidade da água na rede de Valhelhas, na Guarda, já foi reposta com uma solução segura de abastecimento. A decisão surge após odor anormal detetado durante uma manutenção no reservatório.

A empresa indica que a água fornecida cumpre os requisitos legais para consumo humano. A ligação provisória à rede da Carapita foi instalada em menos de 48 horas, assegurando o abastecimento a partir da Zona de Abastecimento do Caldeirão.

A solução envolveu quase 2.000 metros de tubagem, com distribuição provisória para manter o fornecimento aos concelhos atendidos pela APAL, incluindo Celorico da Beira, Guarda, Manteigas e Sabugal.

Restabelecimento e monitorização

Neste momento, a água distribuída está sujeita a controlo operacional e cumpre os parâmetros de qualidade. A APAL vai continuar a monitorizar a situação, com o SEPNA da GNR a investigar a origem da contaminação.

Para garantir o fornecimento seguro, o reservatório de Valhelhas foi abastecido por autotanque dos bombeiros voluntários, e foram distribuídos cerca de 200 garrafões de água à população.

A APAL avança que a fatura de janeiro não será cobrada aos clientes de Valhelhas, freguesia ribeirinha do rio Zêzere. A investigação dobra-se sobre a origem da suspeita de contaminação.

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