- Atrasos e supressões nas ligações fluviais entre Cacilhas e Cais do Sodré, a partir das 6h30, devido ao mau tempo e à mar adversa.
- Pelo menos duas ligações foram suprimidas na manhã de segunda-feira e outras estão com atrasos.
- Não é possível garantir a realização de todas as carreiras previstas nas ligações Trafaria-Porto Brandão-Belém e Cacilhas-Cais do Sodré por constrangimentos operacionais.
- Alguns navios iniciam viagem assim que é atingida a lotação máxima de passageiros, para minimizar impactos.
- IPMA mantém avisos de chuva, vento e agitação; a região já tinha sido afetada pela depressão Kristin na semana anterior, com várias vítimas e danos, e o Governo decretou calamidade até 8 de fevereiro.
As ligações fluviais da Transtejo, entre Cacilhas e o Cais do Sodré, enfrentavam atrasos e supressões nesta segunda-feira de manhã devido ao mau tempo e à agitação marítima. A informação foi atualizada às 6h30.
Segundo o portal da Transtejo, pelo menos duas ligações foram suprimidas entre Cacilhas e o Cais do Sodré, com outras em atraso. A empresa já não garante a realização de todas as carreiras previstas.
Devido aos constrangimentos operacionais gerados pelas condições, não é possível assegurar o serviço Trafaria-Porto Brandão-Belém nem Cacilhas-Cais do Sodré em pleno. A operadora ajusta horários conforme a lotação.
Alguns navios iniciam viagem logo que atingem a lotação máxima de passageiros, independentemente do horário originalmente previsto, para minimizar o impacto das supressões.
A Transtejo opera ligações entre Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa. O IPMA colocou vários distritos sob aviso devido à chuva intensiva e ventos fortes.
As ligações fluviais já tinham sido afectadas na semana anterior pela passagem da depressão Kristin, que causou múltiplas ocorrências em Portugal.
A depressão Kristin causou pelo menos cinco mortos, vários feridos e desalojados, segundo a Proteção Civil. Até ao momento, o balanço continua a ser atualizado pelas autoridades.
Várias zonas registaram quedas de árvores, estragos em infraestruturas e cortes em estradas, com impacto também em serviços de transporte, escolas, energia e comunicações.
O Governo declarou situação de calamidade, que foi prorrogada até ao dia 8 de fevereiro, após reunião do Conselho de Ministros. O volumoso temporal mantém-se com efeitos residuais.
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