- O manifesto pelo futuro do artesanato propõe preservar a arte do “saber fazer”.
- Ana Marta Clemente, oleira e uma das cinco promotoras, explica o que faz do artesanato um setor estratégico.
- O texto aborda os diversos eixos de ação que o manifesto enumera.
- O conteúdo inclui a secção Mais episódios, com o episódio “Resposta Pronta” sobre o tema, publicado a 25 de janeiro de 2026, às 12:55.
Ana Marta Clemente, oleira e uma das cinco promotoras da iniciativa, apresentou o manifesto pelo futuro do artesanato, destacando a preservação da arte do saber fazer como objetivo central. A apresentação ocorreu a 25 de janeiro de 2026.
O documento define o artesanato como um setor estratégico e enumera os eixos de ação para o seu desenvolvimento. Clemente explica que o foco está na valorização das técnicas tradicionais e na inovação associada à prática artesanal.
Os pilares apresentados incluem formação, financiamento, promoção e proteção de saberes. O manifesto propõe medidas para apoiar produtores, coletivos e comunidades ligadas ao artesanato, com impacto na renovação de mercados locais.
As promotoras pretendem fomentar parcerias com instituições, promover financiamento específico e criar redes de apoio. A iniciativa visa consolidar o artesanato como atividade sustentável e competitiva em contexto nacional.
Entre os objetivos está a garantia de continuidade de técnicas passadas entre gerações. O grupo enfatiza a importância de reconhecer o saber fazer como ativo cultural e económico relevante para o país.
Entre na conversa da comunidade