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Castro Verde assume presidência do Conservatório do Baixo Alentejo até 2029

Castro Verde assume presidência do Conservatório Regional do Baixo Alentejo até 2029, fortalecendo coesão territorial através da formação musical

Castro Verde assume presidência do Conservatório Regional do Baixo Alentejo até 2029
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  • Castro Verde assume a presidência do Conselho de Administração do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) até 2029, para o quadriénio de 2026-2029.
  • A equipa executiva fica completa com o Município de Almodôvar como secretário e o Município de Moura como vogal.
  • A Mesa da Assembleia Geral fica liderada por Beja (presidente), com Ferreira do Alentejo e Serpa como secretários.
  • O Conselho Fiscal, presidido por Ourique, tem o apoio de Aljustrel e Mértola.
  • O CRBA integra dez municípios do Baixo Alentejo e pretende assegurar a sustentabilidade da rede de ensino musical e a coesão territorial através das artes.

O Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) aprovou, na quarta-feira, 21 de janeiro, os órgãos sociais para o quadriénio 2026-2029. Castro Verde fica responsável pela presidência do Conselho de Administração, em um ato que reforça a união dos 10 municípios que integram a instituição.

A equipa executiva fica completa pelo município de Almodôvar, com funções de secretário, e pelo município de Moura, na posição de vogal. A nova liderança assume com o objetivo de gerir uma das instituições de ensino artístico mais relevantes do sul do país.

Para a mesa da Assembleia Geral foram escolhidos Beja como Presidente, e Ferreira do Alentejo e Serpa como Secretários. A fiscalização ficará a cargo do Conselho Fiscal, presidido por Ourique, com apoio de Aljustrel e Mértola.

O CRBA integra os municípios de Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Beja, Castro Verde, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique e Serpa. O novo ciclo de quatro anos visa a sustentabilidade da rede de ensino musical e a coesão territorial através das artes.

A escolha reflete o empenho da instituição em manter acesso à formação musical em zonas de baixa densidade, promovendo atividades artísticas que conectem os diversos concelhos. A gestão distribuída procura equilibrar recursos e oportunidades culturais.

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