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Ex-adjunto do Ministério da Justiça em prisão preventiva por abuso de menores

Ex-adjunto da ministra da Justiça fica em prisão preventiva por suspeitas de pornografia de menores e abusos sexuais de crianças, após buscas da Polícia Judiciária

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  • Paulo Jorge Abreu dos Santos, ex-adjunto da ministra da Justiça Catarina Sarmento e Castro, ficou em prisão preventiva por suspeitas de pornografia de menores e abusos sexuais de crianças.
  • A detenção ocorreu na quinta-feira pela Polícia Judiciária, com buscas na residência e alegados ficheiros incriminatórios encontrados.
  • A notícia foi avançada pela TVI/CNN e 14 confirmada por fonte policial à agência Lusa.
  • O arguido tem 38 anos e já desempenhou funções no Ministério da Justiça em 2023 e 2024; é licenciado em Direito e exerceu como advogado e parecerista, sobretudo em contencioso societário e comercial, insolvência e arbitragem.

O advogado Paulo Abreu dos Santos, ex-adjunto da ministra da Justiça Catarina Sarmento e Castro, foi colocado em prisão preventiva. A detenção ocorreu na quinta-feira pela Polícia Judiciária, com buscas à residência e apreensão de ficheiros alegadamente incriminatórios.

A informação foi adiantada pela TVI/CNN e confirmada pela Lusa junto de fonte policial. O arguido tem 38 anos e foi detido no âmbito de uma investigação por pornografia de menores e abusos sexuais de crianças.

Segundo o currículo publicado no Diário da República, Abreu dos Santos é licenciado em Direito e desenvolveu atividade como advogado e parecerista, com foco em contencioso societário e comercial, insolvência e arbitragem, tendo trabalhado no Ministério da Justiça entre 2023 e 2024.

Detalhes do caso

A PJ efetuou buscas na residência do arguido e, conforme as informações divulgadas, foram encontrados ficheiros que o implicam nos crimes em investigação. O tribunal determinou a prisão preventiva do suspeito no sábado, mantendo-o sob custódia enquanto decorrem as diligências.

O Ministério Público ainda não revelou pormenores adicionais sobre a linha de atuação da investigação nem sobre possível envolvimento de terceiros. O advogado mantém-se afastado de funções oficiais desde a publicação do contexto anterior à detenção.

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