- Nova leva de imagens mostra Donald Trump com Jeffrey Epstein e outras personalidades influentes, incluindo o antigo presidente Bill Clinton, o empresário Bill Gates e o ex-secretário do Tesouro Larry Summers.
- Uma foto de Clinton com Epstein e Ghislaine Maxwell aparece assinada pelo ex-presidente.
- O lote inclui ainda preservativos com a cara de Trump, avaliados em 4,50 dólares.
- Demokratas pedem tornar públicos todos os arquivos; o Congresso aprovou, com o aval de Trump, a desclassificação integral dos documentos.
- Contexto: Epstein foi detido em 2019 por abuso e tráfico de menores; Maxwell foi condenada; as Ilhas Virgens eram o epicentro da rede de pedofilia.
Nova leva de imagens sugere ligações entre o falecido financiador Jeffrey Epstein e figuras de alto poder, incluindo Donald Trump, Bill Clinton, Bill Gates e Larry Summers. As imagens foram divulgadas em plataformas públicas, com novas peças a intensificar o escrutínio sobre os laços entre Epstein e personalidades públicas.
Entre as imagens surgem registros de Epstein com outras figuras, bem como uma foto de Clinton com Epstein e Ghislaine Maxwell, já condenada por tráfico de menores. Existe ainda uma fotografia supostamente assinada pelo ex-presidente norte-americano. Outros itens incluem preservativos com a cara de Trump, avaliados em valor simbólico.
A divulgação ocorre após a publicação de fotografias de uma das ilhas de Epstein, nas Caraíbas, com zonas visíveis do complexo, como quartos, casas de banho e piscina. Algumas imagens mostram objetos perturbadores, como máscaras e quadros com palavras alusivas a poder e verdade.
Trump já tinha uma relação contornada com Epstein no passado. O Departamento de Justiça, na altura, não encontrou uma lista de clientes. Posteriormente, Trump autorizou a divulgação total dos arquivos do caso, acusando os democratas de tentarem desviar atenções.
O Congresso aprovou, em novembro, a desclassificação integral de todos os documentos ligados ao caso, com apoio do governo norte-americano. Epstein foi detido em julho de 2019, sob acusações de abuso sexual e tráfico de dezenas de menores na década de 2000.
Epstein operava, segundo investigações, a partir das Ilhas Virgens, onde alegadamente geria uma rede de pedofilia em torno de Maxwell. Maxwell foi condenada a 20 anos de prisão por tráfico de menores. A natureza dos novos conteúdos mantém o foco em possíveis ligações entre figuras públicas e o caso.
As imagens reforçam a necessidade de transparência sobre as relações desses intervenientes com Epstein. A imprensa e representantes partidários têm reiterado pedidos por acesso integral a documentos e arquivos relacionados com o caso.
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