- São três duplas de irmãos gémeos: André e Gonçalo Cabral; Carminda e Maria R. Soares; Alena e Alina Krutskikh.
- No espectáculo Bright Horses, as irmãs Soares (responsáveis pela direção artística e coreografia) apresentam diálogos coreográficos entre irmãos que exploram disputas, luto, despedida e afecto.
- A peça questiona a lógica da competição na sociedade atual.
- Bright Horses é um dos projectos vencedores da terceira edição do Projecto Casa, com residência em Montemor-o-Novo e estreia em Guimarães no início de outubro.
- Chega ao café-teatro do Campo Alegre, no Porto, nesta sexta-feira, com segunda apresentação no dia seguinte.
Bright Horses, peça de dança protagonizada por três duplas de irmãos gémeos, segue para o Porto após estreia em Guimarães. No espectáculo, as irmãs Carminda e Maria R. Soares assinam direção artística e coreografia, apresentando diálogos coreográficos entre irmãos que exploram territórios de disputa, luto e afeto para questionar a lógica de competição na sociedade atual. A produção faz parte do Projecto Casa e envolve residências artísticas promovidas por espaços culturais parceiros.
O elenco é composto por André e Gonçalo Cabral; Carminda e Maria R. Soares; e Alena e Alina Krutskikh. O projeto surge de uma parceria entre o Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), o Cineteatro Louletano e o Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), onde teve a estreia no início de outubro. Bright Horses já passou por ensaios fotográficos recentes, ainda sem figurinos oficiais.
Em cena no Porto
A apresentação de Bright Horses ocorre no café-teatro do Campo Alegre, no Porto, nesta sexta-feira, com uma primeira sessão. Acompanhando-se de uma segunda sessão no dia seguinte, reforça a rota de digressão prevista para a produção. A ação situa-se no âmbito de uma residência criativa que integra o calendário do Projecto Casa, com foco na experimentação de linguagem e relação entre corpos.
Onde e quando: Campo Alegre, Porto; sexta-feira e sábado, datas a confirmar pela programação local. Porquê: o objetivo é divulgar o trabalho de criação contemporânea ligado a residências artísticas portuguesas e ampliar o alcance da investigação coreográfica coordenada pelas irmãs Soares. A direção artística mantém o foco na investigação de dinâmicas familiares enquanto motor criativo.
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