- Pedro Hossi, ator angolano formado no Lee Strasberg, comenta no episódio de O Tal Podcast a sua trajetória de vida e carreira em televisão, teatro e cinema.
- O convidado revela prática diária de meditação, uma leitura crítica da saúde mental e uma fé sem dogmas, dizendo que o tempo trouxe mais clareza e foco no que é realmente necessário fazer.
- Aborda críticas públicas do passado e ameaças recebidas, incluindo o beijo gay protagonizado na novela Jikulumessu, em Luanda.
- Relata ter passado por um período de desajuste, encontrou uma restauração da fé e hoje sente-se com mais energia e uma rotina física regular.
- Fala da proximidade com os avós e com a mãe, lembrando que a mãe o teve com quinze anos, e comenta a visão de criador e de espiritualidade que transcende as religiões.
Pedro Hossi abriu o jogo sobre mudanças na sua vida durante o episódio mais recente de O Tal Podcast. O ator angolano, formado no Lee Strasberg, descreve uma transformação pessoal distinta e revela práticas que adotou para o bem-estar mental e espiritual.
Ao longo da conversa com Georgina Angélica e Paula Cardoso, Hossi partilha uma prática diária de meditação e uma visão crítica sobre a saúde mental. O artista afirma sentir-se mais consciente do que precisa ser feito e menos autocrítico em relação ao passado.
O episódio, gravado em formato de entrevista, aborda ainda a carreira de mais de duas décadas em televisão, teatro e cinema, bem como experiências familiares. O ator comenta o impacto de críticas públicas recebidas, incluindo o beijo gay em Jikulumessu, e as ameaças que chegou a enfrentar.
Mudanças pessoais
Hossi descreve um percurso que incluiu períodos de desajuste e uma restauração da fé sem dogmas. Acredita que o mundo não funciona ao acaso e que o carma está ligado às ações. Hoje, aponta para uma relação mais calma com a vida, a espiritualidade e a própria carreira, mantendo uma prática física regular que, segundo diz, fortalece a energia vital.
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