- Mais de dois centenas de coralistas entoaram o Coro dos Escravos da ópera Nabucco, de Verdi, numa marcha pela paz entre a baixa de Coimbra e o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.
- O coro da paz reuniu pessoas de várias idades, vestidas de branco.
- Os participantes formaram filas de cinco pessoas e percorreram o centro da cidade até ao convento na tarde de sábado.
- O evento marcou o início do Anozero’26, bienal de artes de Coimbra.
- A marcha ligou a zona histórica ao Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.
O coro da paz levou a ideia de harmonia às ruas de Coimbra. Mais de 200 coralistas entoaram o “Coro dos Escravos” da ópera Nabucco, de Verdi, numa marcha que ligou a baixa ao Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, na tarde de sábado.
Vestidos de branco, homens, mulheres e crianças formaram filas de cinco pessoas e percorreram o percurso a pé. O movimento reuniu participantes de várias idades, todos unidos pela mensagem de paz.
A iniciativa abriu as atividades do Anozero’26, a bienal de artes de Coimbra. O grupo atravessou pontos centrais da cidade, promovendo uma performance distinta pelo tom de protesto pacífico e de intercâmbio cultural.
Segundo organizadores, a escolha do coral e da peça pretende sublinhar o alcance global da partilha musical como forma de expressão cívica. O percurso terminou no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.
O evento reforça o conceito da bienal de abrir espaços públicos a ações artísticas participativas. A organização não divulgou números adicionais sobre participantes, além do total já indicado.
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